- Ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou piora nas crises de soluço nos últimos dias e deverá ser submetido a exames para investigar a origem do problema.
- O relatório ao STF aponta leve melhora após ajustes na medicação, mas o quadro voltou a piorar nos dias 9 e 10 de junho, exigindo doses extras dos medicamentos.
- Para esclarecer as causas, a equipe médica solicitou exames do trato digestivo, incluindo endoscopia digestiva alta, manometria esofágica de alta resolução e pHmetria gástrica, para avaliar o esfíncter esofágico inferior e a esofagite crônica.
- Bolsonaro cumpre prisão em casa desde 27 de março, após alta hospitalar por broncopneumonia, condenado a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.
- A medida de prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, tem prazo de 90 dias e foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes.
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou piora nas crises de soluço nas últimas datas e deverá passar por uma série de exames para investigar a origem do problema. O novo relatório médico foi divulgado nesta sexta-feira (12).
O documento enviado ao STF aponta leve recuperação após ajustes na medicação, mas o quadro recuou entre 9 e 10 de junho, demandando doses extras dos remédios usados para controlar as crises.
Para esclarecer as causas, a equipe médica sugeriu exames do trato digestivo, com foco em possíveis alterações no esôfago, incluindo endoscopia digestiva alta, manometria esofágica de alta resolução e pHmetria gástrica.
Exames sugeridos e objetivo
Os procedimentos visam avaliar o esfíncter esofágico inferior e a possível esofagite crônica, conforme indicação médica. O objetivo é elucidar diagnóstico e orientar conduta futura, sem gavetas opinativas.
Bolsonaro cumpre, em casa, pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado desde 27 de março, após alta hospitalar por broncopneumonia. A decisão de prisão domiciliar com tornozeleira é de caráter humanitário e tem prazo de 90 dias.
A medida envolve o cumprimento integral da pena no endereço residencial do ex-presidente, sob supervisão, até nova avaliação das autoridades competentes. Não houve informação adicional sobre novas decisões ao caso.
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