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Médicos de Bolsonaro apontam piora em crises de soluços e pedem novos exames

Ex-presidente Jair Bolsonaro deverá fazer exames do trato digestivo, como endoscopia digestiva alta, manometria esofágica e pHmetria, após piora dos soluços

Bolsonaro apresentou piora entre os dias 9 e 10 de junho, segundo médicos
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  • O ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, deverá passar por novos exames para investigar o aumento na frequência e na intensidade das crises de soluços.
  • Em relatório ao Supremo Tribunal Federal, a equipe médica afirma que o quadro piorou nos últimos dias, levando a doses extras dos remédios usados para controlar os sintomas.
  • Os médicos recomendam encaminhar o paciente para exames do trato digestivo, incluindo endoscopia digestiva alta, manometria esofágica de alta resolução e pHmetria gástrica.
  • O objetivo é avaliar o esfíncter esofágico inferior e possível relação com esofagite crônica, além de orientar ajuste no tratamento.
  • As crises frequentes têm causado desgaste físico, com cansaço intenso, redução da disposição para atividades diárias e aumento da tensão muscular.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, deverá passar por novos exames para investigar o aumento da frequência e da intensidade das crises de soluços. O pedido aparece em relatório encaminhado ao STF.

A equipe médica afirma que o quadro piorou nos últimos dias, entre 9 e 10 de junho, mesmo após ajustes na medicação. Doses extras dos remédios usados para controlar os sintomas foram administradas, sem estabilizar o quadro.

Os médicos destacam que o tratamento atingiu o limite seguro para esse tipo de droga, o que motiva a avaliação diagnóstica antes de definir novas condutas. A prioridade é entender a raiz das crises.

Exames recomendados

Em momento oportuno, para elucidação diagnóstica, devem ser realizados exames do trato digestivo, endoscopia digestiva alta, manometria esofágica de alta resolução e pHmetria gástrica, para avaliar o esfíncter esofágico inferior e a possível esofagite crônica.

A equipe aponta que as crises frequentes também provocam desgaste físico, com cansaço e menor disposição para as atividades diárias, além de aumento da tensão muscular durante os episódios. O objetivo é definir se há relação com o esfíncter entre esôfago e estômago e orientar o tratamento.

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