- A blefaroplastia é cirurgia das pálpebras superiores e/ou inferiores para remover ou reposicionar pele e gordura, buscando aparência mais descansada e, quando necessário, melhorar o campo visual.
- Indicações comuns: sensação constante de cansaço, pálpebras pesadas, bolsas sob os olhos e excesso de pele; candidatos são pessoas em boa saúde, com avaliação individual; algumas condições (diabetes descontrolada, alterações de coagulação, hipertensão não controlada e certas doenças oculares) demandam cuidado adicional.
- Como é feita: anestesia local com ou sem sedação; incisões na dobra da pálpebra superior ou abaixo dos cílios/interno da pálpebra inferior; duração típica entre uma e duas horas.
- Recuperação e riscos: há inchaço e hematomas nos primeiros dias, com orientações como repouso relativo, cabeça elevada e compressas frias; riscos incluem sangramento, infecção, cicatrização, assimetria e olho seco; resultado final pode levar meses.
- Vale a pena quando há benefício estético ou visual; não garante mudança radical no rosto; em casos leves, tratamentos não cirúrgicos podem ser considerados; decisão deve ser feita após avaliação médica e com expectativas realistas.
Blefaroplastia é a cirurgia que corrige excesso de pele e bolsas ao redor dos olhos, realizada em pálpebras superiores, inferiores ou em ambas. O objetivo é reduzir aparência de cansaço e, em alguns casos, melhorar o campo visual.
A procura por esse procedimento é alta, pois costuma trazer mudanças perceptíveis sem alterar drasticamente as feições. Entre os motivos estão pálpebras pesadas, bolsas sob os olhos e desejo estético, com resultados geralmente duradouros.
Quem pode fazer envolve avaliação individual. Pessoas em boa saúde com excesso de pele ou bolsas podem ser candidatas. Condições como diabetes descontrolada, alterações de coagulação ou hipertensão não estável exigem cuidado adicional.
Como a cirurgia é feita
O procedimento costuma usar anestesia local com sedação. Na pálpebra superior, a incisão é escondida na dobra da pele para remoção ou reposicionamento de tecidos. Nas inferiores, o acesso pode ser por dentro ou abaixo dos cílios.
A duração fica entre uma e duas horas, dependendo do caso. Em geral, o médico orienta repouso relativo e elevação da cabeça nos primeiros dias, além de proteção solar.
Recuperação e riscos
Inchaço, hematomas e sensibilidade são comuns nos dias iniciais. Medidas simples, como compressas frias e evitar esforço, ajudam na recuperação. Pontos costumam ser retirados em até uma semana.
Entre os riscos estão sangramento, infecção, cicatrização desfavorável e assimetria. Alterações temporárias na posição das pálpebras podem ocorrer, reforçando a necessidade de profissional qualificado.
Indicações e avaliação
A decisão deve considerar expectativa realista: melhora do aspecto e, às vezes, do campo visual, sem transformar o rosto. Tratamentos não cirúrgicos podem ser considerados em casos mais leves.
A avaliação ideal envolve cirurgião plástico ou oftalmologista especializado em oculoplástica. O profissional poderá esclarecer riscos, possíveis cicatrizes e resultados esperados.
Fontes consultadas: SBCP, ASPS, AAO, Mayo Clinic. Este conteúdo visa informar, sem indicar opção única para todos os casos.
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