- A partir de 1º de janeiro de 2029, todos os carros fabricados no Brasil serão obrigados a ter sistemas de frenagem automática, conforme resolução do Contran.
- A obrigatoriedade valerá para todos os modelos vendidos, incluindo projetos antigos; veículos sem a tecnologia poderão ser modificados ou deixarem de ser comercializados.
- Em 2031, a regra ficará ainda mais rígida, exigindo que os veículos consigam detectar e reagir a um carro completamente parado em testes com obstáculos fixos.
- O sistema de frenagem automática de emergência detecta colisões pela frente e aciona os freios para reduzir a gravidade ou evitar impactos, operando entre 10 km/h e 60 km/h.
- O Brasil está desenvolvendo um sensor nacional no Senai Park, em Suape (Pernambuco), com investimento de R$ 44 milhões, envolvendo universidades, institutos e empresas como Volkswagen e Stellantis.
A partir de 1º de janeiro de 2029, todo veículo fabricado no Brasil deverá contar com sistemas de frenagem automática, conforme resolução do Contran. A medida atinge também modelos antigos, que precisarão ser adaptados ou sair de linha.
A exigência, que já estava em estágio de projeto desde 2026, será reforçada em 2031, quando veículos deverão detectar e reagir a um carro parado na pista, passando por testes com obstáculos fixos. A tecnologia é classificada como básica para a segurança.
O sistema de frenagem automática de emergência (AEBS) detecta colisões e pode frear o veículo sozinha para reduzir gravidade ou evitar acidentes, operando entre 10 km/h e 60 km/h. Veículos militares, especiais, de pequena série, réplicas e alguns caminhões podem ter exceções.
Sensor nacional de frenagem
Para reduzir dependência de importação, o Brasil desenvolve um sensor nacional, tentando tornar o sistema mais acessível. O projeto é realizado no Senai Park, em Suape (PE), com participação de universidades, institutos de pesquisa e fabricantes como Volkswagen e Stellantis.
O radar automotivo nacional combina sensores, câmeras e inteligência artificial para medir distância, direção e velocidade relativa. O investimento é de cerca de R$ 44 milhões, com objetivo de viabilizar produção local. Se bem-sucedido, a tecnologia pode reduzir custos e facilitar a adoção em veículos de entrada.
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