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Frio e ar seco aumentam caspa, aponta dermatologista

Frio e ar seco reduzem a hidratação do couro cabeludo, favorecendo a caspa associada à dermatite seborreica; banho quente agrava e, se persistir, é preciso avaliação médica

Frio e ar seco favorecem o aparecimento de caspa, diz dermatologista
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  • Com a chegada do inverno, o frio reduz a hidratação do couro cabeludo e desequilibra a microbiota, favorecendo a caspa associada à dermatite seborreica.
  • O fungo Malassezia pode proliferar com a menor hidratação, contribuindo para o surgimento da caspa.
  • Banho quente e higiene inadequada agravam o quadro: água quente agridem a barreira da pele e menos lavagem aumenta oleosidade e sujeira.
  • Estresse, alimentação rica em açúcar e gordura e predisposição genética podem piorar os sintomas.
  • Nem toda descamação é caspa; condições como psoríase do couro cabeludo ou dermatite atópica também existem, e a coceira não deve ser ignorada. Se a caspa não responder ao tratamento, é preciso avaliação médica.

Com a chegada do inverno, aumentam as queixas de caspa em consultórios dermatológicos. A dermatologista Patrícia Dalboni explica que o frio reduz a hidratação do couro cabeludo e desequilibra a microbiota local, favorecendo o agravamento da condição associada à dermatite seborreica.

O frio, aliado ao ar seco, facilita a proliferação do fungo Malassezia, presente naturalmente no couro cabeludo. Banho quente e pouca lavagem agravam o quadro, pois a água quente quebra a barreira protetora da pele e a higiene insuficiente aumenta oleosidade e sujeira.

Estresse, alimentação rica em açúcar e gordura e predisposição genética também influêm. Nem toda descamação é caspa; quadros como psoríase ou dermatite atópica exigem avaliação médica.

A especialista destaca que a coceira não deve ser ignorada. Coçar pode irritar o couro cabeludo, aumentar o risco de infecções, formação de pus e até queda de cabelo. Quando a caspa não responde ao tratamento, é essencial buscar avaliação médica para definir a abordagem adequada.

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