- O telescópio espacial Hubble divulgou, em 12 de junho de 2026, uma imagem do aglomerado de galáxias MACS0329-0211.
- A imagem mostra por que aglomerados assim são importantes para entender a evolução da estrutura do universo e funcionam como lentes gravitacionais naturais.
- É possível ver galáxias elípticas ovais, bem como galáxias espirais e lenticulares vistas de lado, além de espirais com vista frontal.
- No quadrante superior direito aparecem arcos tênues de galáxias distantes, curvados pela gravidade do aglomerado; o maior fica acima de uma galáxia elíptica brilhante.
- A observação faz parte de um programa que estuda aglomerados de galáxias ricos em raios X, utilizando as câmeras Advanced Camera for Surveys e Wide Field Camera 3 para coletar dados visíveis e infravermelhos.
O telescópio espacial Hubble, da NASA, divulgou em 12 de junho de 2026 uma imagem do aglomerado de galáxias MACS0329-0211. A captura faz parte de um programa de observação de aglomerados brilhantes em raio-x e destaca a importância dessas estruturas para entender a evolução do Universo.
Na imagem, o aglomerado aparece como um borrão de galáxias grandes, elípticas e estruturas finas de espirais vistas de perfis. Arcos tênues de galáxias distantes, gravitationalmente ampliadas pela gravidade do aglomerado, aparecem no quadrante superior direito.
O que a imagem revela
Os arcos mais evidentes ficam acima de uma galáxia elíptica gigante, marcando o efeito de lente gravitacional. No centro, curvas brancas intersecadas formam um padrão que se assemelha a um oito distorcido, indicando outra galáxia distante com a luz amplificada.
Instrumentos e finalidade
A equipe utilizou as duas câmeras principais do Hubble, a Advanced Camera for Surveys e a Wide Field Camera 3, para coletar dados em luz visível e infravermelha. A combinação de diferentes comprimentos de onda facilita entender a natureza dessas galáxias e do próprio aglomerado.
Contexto científico
A observação de MACS0329-0211 ajuda a mapear a distribuição de massa do aglomerado e a estudar a formação de estruturas cósmicas. A lente gravitacional permite enxergar galáxias do início do Universo, que de outra forma seriam muito tênues para detectar.
Créditos da imagem
Imagem cedida pela NASA e pela ESA, com participação de M. Postman (STScI). Processamento executado por G. Kober (NASA/Catholic University of America).
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