- Julie Cavil é a chef de cave da Krug desde 2020 e representa o arquétipo da casa que preserva tradições while mirando o futuro.
- A Krug mantém foco em inovação técnica, refletindo a lógica de modernização da região de Champagne.
- Em 2011, a marca lançou o Krug ID, código de seis dígitos na contre-etiquette que oferece história da garrafa, composição, sugestões de serviço e harmonizações.
- Em 2024, surgiu o projeto Joseph 2.0 em Ambonnay, visando reduzir etapas de bombeamento, oxidação e perdas, além de melhorar o controle da fermentação.
- Julie Cavil participará do Big Bang Vin sobre novas tecnologias no setor, destacando a modernização da região champanesa e o uso de inteligência artificial para triagem de uvas.
Julie Cavil, chef de cave da Krug, representa o espírito da casa champanhe, que preserva tradições enquanto projeta o futuro. A Krug é conhecida por sua busca constante por inovação técnica, alinhada à tradição da Champagne.
Cavil assumiu a comando da casa em 2020. Em 2011, a Krug lançou o Krug ID, um código de seis dígitos na contracapa da garrafa. O código revela história, composição, sugestões de serviço e harmonizações ao ser digitado ou escaneado.
A chef participa do próximo Big Bang Vin, dedicado a tecnologias emergentes no setor. Além de conduzir a Krug, ela representa a região champanhe e os domínios do grupo LVMH, levando a modernização regional adiante.
Inovação tecnológica na Champagne
Projetos como Joseph 2.0, iniciado em 2024 em Ambonnay, visam reduzir etapas de bombeamento, diminuir oxidação e perdas, e melhorar o controle da fermentação, mantendo os fundamentos do champanhe.
A iniciativa envolve o uso de máquinas capazes de classificar uvas com inteligência artificial, fortalecendo a eficiência da vinificação. A proposta é combinar tradição com ferramentas do amanhã.
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