- A IBM apresentou um chip com arquitetura sub‑1 nanômetro, no nó de 0,7 nm, em fase de pesquisa.
- A tecnologia usa a arquitetura “nanostack” para empilhar transistores em três dimensões, aumentando a densidade de processamento.
- Cada chip pode acomodar quase 100 bilhões de transistores, em área similar à de uma unha, o dobro da densidade da geração de 2 nm de 2021.
- A IBM projeta que, em até cinco anos, os chips de 0,7 nm podem oferecer até 50% mais desempenho e cerca de 70% mais eficiência energética frente aos chips de 2 nm.
- O ganho de desempenho chega a até 1,7 vez em operações com o mesmo consumo, com aplicação prevista em nuvem e IA; o lançamento em escala comercial não deve ocorrer antes de cinco anos.
- A empresa atua como desenvolvedora e licenciadora de tecnologia, influenciando a cadeia global de semicondutores, mesmo sem fabricar em grande escala.
A IBM apresentou nesta quinta-feira, 25, uma nova geração de chips com arquitetura sub-1 nanômetro, baseada no nó de 0,7 nm. A empresa afirma que o avanço marca um marco para a computação e a IA. A tecnologia promete ganhos de desempenho e eficiência em até cinco anos.
Segundo a IBM, os chips de 0,7 nm podem chegar a 50% a mais de desempenho e cerca de 70% mais eficiência energética em comparação aos modelos de 2 nm atuais. O objetivo é ampliar a capacidade de processamento em aplicações de nuvem e IA.
O novo modelo utiliza a arquitetura chamada nanostack, que permite empilhar transistores em três dimensões para aumentar a densidade de processamento. Cada chip pode abrigar quase 100 bilhões de transistores, em área semelhante à de uma unha.
Paralelamente, a IBM estima que os chips podem realizar até 1,7 vez mais operações com o mesmo consumo de energia. O desenvolvimento permanece em fase experimental e não deve ir à produção em escala por pelo menos cinco anos.
A empresa aponta que a miniaturização permanece em direção à escala de 0,1 nm até 2040, conforme projeções internas. A abordagem de licenciamento de tecnologia também é enfatizada, já que a IBM desenvolve e licencia seus projetos para fabricantes do setor.
O anúncio ocorre em meio à corrida global por capacidade de processamento, impulsionada pela alta demanda de IA generativa e de data centers. A IBM continua atuando como desenvolvedora, influenciando a cadeia de semicondutores, sem fabricar chips em larga escala.
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