- Xavier Thuizat é Meilleur sommelier de France (2022) e Meilleur Ouvrier de France em sommellerie (2023); atuou como chef sommelier do Hôtel de Crillon até 2025, mantendo uma cave de cerca de 38 mil garrafas e mais de 2.200 referências de 35 países.
- Originário da Borgonha, iniciou a carreira na escola hoteleira de Tain-l’Hermitage, passando pelo Relais Bernard Loiseau, Meurice e Peninsula Paris antes de chegar ao Crillon.
- Em 2024 recebeu o prêmio Sommellerie France do Guia Michelin.
- Atualmente trabalha com a Air France, tendo redesenhado a carta de vinhos, espirituosos e cervejas da companhia.
- Será convidado da edição do Big Bang Vin, do Figaro, em 2 de julho, para debater o impacto das novas tecnologias e da IA na sommellerie e o papel do toque humano.
O melhor sommelier de França, Xavier Thuizat, será o convidado da edição do Big Bang Vin do Figaro no dia 2 de julho. O encontro, transmitido ao vivo pelo site do Figaro, discute o impacto das novas tecnologias e da IA na sommellerie. O objetivo é analisar como o setor se adapta sem perder a essência do atendimento humano.
Thuizat, nascido na Borgonha, ingressou na sommellerie quase por acaso na escola hoteleira de Tain-l’Hermitage. Passou pelo Relais Bernard Loiseau, no Saulier, e pelo Meurice com Yannick Alléno. Aos 28 anos tornou-se chef sommelier do Peninsula Paris, e mais tarde liderou a carta de vinhos do Crillon, na Place de la Concorde, mantendo uma cave de cerca de 38 mil garrafas.
Entre seus reconhecimentos estão o Meilleur Sommelier de France (2022), o Meilleur Ouvrier de France em sommellerie (2023) e o prêmio Sommellerie France do Guia Michelin (2024). A visibilidade cresceu após o sucesso no concurso de 2022, ampliando seu alcance para além das grandes maisons. Ele também atua com a Air France, redesenhando a carta de vinhos, destilados e cervejas.
Substitutos tecnológicos e IA surgem como desafio: assistentes virtuais ajudam clientes a escolher vinhos, levantando a discussão sobre o papel do aconselhamento humano. Thuizat representa a prática baseada em emoção, história do terroir e memória sensorial, elementos que algoritmos não reproduzem.
Desafios da IA na sommellerie
A prática dele envolve diálogo constante com o chef para construir harmonizações que valorizem criações culinárias. A discussão no Big Bang Vin deverá explorar se a tecnologia pode substituir o contato humano ou apenas complementar a experiência de degustação. O debate ocorre nesta edição, em 2 de julho, ao vivo no site do Figaro.
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