- A Intel teria resolvido os problemas de rendimento do processo 18A, segundo a BlueFin Research Partners.
- A produção atingiu 30.000 wafers por mês na fabricação 18A, somando as capacidades da Fab 52, no Arizona, e de uma unidade no Oregon.
- Os chips produzidos seriam suficientes para os processadores Panther Lake, atuais desta tecnologia.
- Para outros produtos internos, a empresa ainda precisa expandir a capacidade de fabricação.
- A BlueFin aponta ajustes para o futuro com o processo 18A-P e produção de longo prazo na Fab 62; a produção em risco do 14A está prevista para 2028, com início de alto volume em 2029.
Depois de meses de testes, a Intel teria resolvido os problemas de rendimento do processo de fabricação 18A. A empresa conseguiu manter uma produção de cerca de 30.000 wafers por mês, somando as capacidades da Fab 52, no Arizona, e de uma unidade no Oregon, nos Estados Unidos. Panther Lake é o principal produto ancora dessa linha em 18A.
A informação vem da BlueFin Research Partners, companhia de análise de mercado, e não de um comunicado oficial da Intel. Ainda segundo a BlueFin, a capacidade alcançada torna economicamente viável a fabricação para atender a demanda dos processadores Panther Lake. Na época, circulavam rumores de que o rendimento do 18A apresentava limitações, que teriam sido superadas.
Antes do lançamento dos notebooks com Panther Lake, a Intel afirmou que o rendimento do 18A vinha melhorando mensalmente. A empresa mencionou em notas públicas uma melhoria de cerca de 7% ao mês, com a expectativa de evitar atrasos. O catálogo atual aponta Panther Lake como o principal lançamento com 18A.
Perspectivas para 18A-P e fab 62
A BlueFin destacou que a Intel aposta em ampliar o uso do 18A-P, versão aprimorada do 18A, que já opera em produção de risco. A empresa quer levar essa tecnologia para a Fab 62, visando produção de longo prazo e novos clientes de foundry.
A reportagem também observa que a Intel mantém planos para o processo 14A, considerado a próxima geração. Os primeiros resultados são positivos, com produção de risco prevista para 2028 e início de volume em 2029.
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