A Chanel anunciou a demissão de setenta funcionários nos Estados Unidos, o que representa aproximadamente 2,5% de sua força de trabalho no país. A decisão, divulgada em um comunicado na quarta-feira, 22, visa reduzir gastos e permitir que a marca se adapte melhor aos desafios econômicos atuais. A informação foi inicialmente reportada pela publicação online […]
A Chanel anunciou a demissão de setenta funcionários nos Estados Unidos, o que representa aproximadamente 2,5% de sua força de trabalho no país. A decisão, divulgada em um comunicado na quarta-feira, 22, visa reduzir gastos e permitir que a marca se adapte melhor aos desafios econômicos atuais. A informação foi inicialmente reportada pela publicação online Puck News.
Apesar de ser reconhecida como uma das marcas mais exclusivas do mercado, a Chanel enfrenta uma queda na demanda por produtos de luxo desde o auge das vendas pós-pandemia. A empresa destacou que, embora haja flutuações na demanda, os EUA continuam sendo uma parte crucial de sua estratégia de longo prazo. Em 2023, as Américas representaram cerca de 20% das vendas totais da marca.
A Chanel, que contava com aproximadamente 36.500 funcionários em 2023, reporta seus ganhos anualmente. Recentemente, a Richemont, outra gigante do setor, apresentou resultados positivos, o que gerou otimismo sobre a recuperação do mercado de produtos de luxo. A LVMH, por sua vez, divulgará seus resultados em 28 de janeiro.
A consultoria Bain prevê que a indústria de bens de luxo pessoais pode se estabilizar em 2024, com um potencial crescimento de até 4% em 2025. A Chanel é controlada pelos irmãos Alain e Gerard Wertheimer, cuja fortuna é estimada em US$ 46 bilhões cada, segundo o Bloomberg Billionaires Index.
Entre na conversa da comunidade