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Programa de pagamento por serviços ambientais da palmeira-juçara se expande significativamente

- A segunda edição do PSA Juçara investirá R$ 7,6 milhões em cinco anos. - Programa dobrará participantes e triplicará áreas, visando 360 mil novas palmeiras. - Famílias poderão receber até R$ 38 mil por ações de conservação e plantio. - Expansão abrange 15 territórios, incluindo Reservas de Desenvolvimento Sustentável. - Inscrições devem ser feitas na Unidade de Conservação ou por e-mail.

A Fundação Florestal do governo de São Paulo lançou a segunda edição do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais da Palmeira-Juçara (PSA Juçara), focando na conservação da palmeira-juçara, espécie ameaçada de extinção. O programa, que já obteve sucesso na primeira fase, agora amplia o número de famílias participantes e as áreas de atuação, promovendo renda […]

A Fundação Florestal do governo de São Paulo lançou a segunda edição do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais da Palmeira-Juçara (PSA Juçara), focando na conservação da palmeira-juçara, espécie ameaçada de extinção. O programa, que já obteve sucesso na primeira fase, agora amplia o número de famílias participantes e as áreas de atuação, promovendo renda sustentável para comunidades locais.

Na primeira edição, o PSA Juçara investiu R$ 3,6 milhões, resultando no plantio de 260 mil palmeiras em 261 hectares. Além disso, foram instaladas colmeias de abelhas nativas e realizadas capacitações em manejo sustentável, com famílias recebendo até R$ 36 mil. Para os próximos cinco anos, o investimento será de R$ 7,6 milhões, com a meta de cadastrar até 600 hectares e plantar cerca de 360 mil novas palmeiras.

O programa se expandirá para 15 territórios, incluindo Reservas de Desenvolvimento Sustentável e zonas de amortecimento de Parques Estaduais nas regiões do Vale do Paraíba, Vale do Ribeira e Litoral Norte. As áreas contempladas incluem as RDSs Barreiro/Anhemas, Lavras, Pinheirinhos e Quilombos de Barra do Turvo, além de parques como Caverna do Diabo e Serra do Mar.

Os participantes receberão remuneração proporcional à área cadastrada, que varia de 1 a 3 hectares, com a exigência de manter ao menos 600 palmeiras-juçara por hectare. O programa também incentiva a implantação de colmeias de abelhas nativas e a participação em capacitações. As inscrições podem ser feitas presencialmente ou via e-mail, com prazos que variam conforme a localização.

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