Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a Selic foi elevada para 13,25% ao ano, com indicações de novas altas nas próximas reuniões. Apesar da elevação, o comunicado foi bem recebido pelo mercado, que vê oportunidades em meio às dificuldades. Flávia Krauspenhar, da Capitânia, destaca que a inflação gerada pela […]
Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a Selic foi elevada para 13,25% ao ano, com indicações de novas altas nas próximas reuniões. Apesar da elevação, o comunicado foi bem recebido pelo mercado, que vê oportunidades em meio às dificuldades. Flávia Krauspenhar, da Capitânia, destaca que a inflação gerada pela pandemia ainda não foi controlada, e sugere um aumento na exposição à renda fixa, mesmo com riscos.
Gestores de fundos premiados na Premiação Outliers InfoMoney apontam que 2025 trará desafios, especialmente para classes de ativos de risco, como multimercados e ações. Ricardo Eleutério, da Bradesco Asset, acredita que a dinâmica continuará desafiadora, exigindo inovação na indústria. O crédito privado, por outro lado, deve se destacar, especialmente com a normalização dos spreads.
Sara Delfim observa que o ambiente macroeconômico pode ser beneficiado pelo crescimento da economia dos EUA, o que poderia criar oportunidades para mercados emergentes. Marcelo Melo, da SulAmérica Investimentos, prevê que o fluxo de investimentos continuará a se direcionar para a renda fixa, considerando 2024 um ano difícil e 2025 semelhante, mas com uma seleção de ativos mais relevante.
Ana Rodella ressalta que, enquanto 2024 foi um bom ano para ativos de crédito, 2025 poderá trazer maiores desafios macroeconômicos, tornando o trabalho cuidadoso dos gestores ainda mais crucial. A expectativa é de que, apesar das dificuldades, o cenário possa oferecer oportunidades inesperadas para investidores.
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