O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro apresentou uma variação de 0,16%, abaixo da mediana das expectativas do mercado, que era de 0,20%. Essa taxa é significativamente inferior à de dezembro, que foi de 0,52%, e à de janeiro do ano passado, que registrou 0,42%. A inflação acumulada em doze meses atingiu […]
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro apresentou uma variação de 0,16%, abaixo da mediana das expectativas do mercado, que era de 0,20%. Essa taxa é significativamente inferior à de dezembro, que foi de 0,52%, e à de janeiro do ano passado, que registrou 0,42%. A inflação acumulada em doze meses atingiu 4,56%, próxima do teto da meta estabelecida, que é de 4,5%.
A principal razão para a queda do IPCA em janeiro foi o grupo habitação, que se beneficiou de uma redução de 14,21% na tarifa de energia elétrica, resultado de um bônus de Itaipu. Contudo, esse efeito é temporário, pois a tarifa deve ser ajustada em fevereiro. Por outro lado, o grupo transporte teve um impacto significativo na alta do índice, especialmente devido ao aumento das passagens aéreas.
A alimentação também continua a pressionar a inflação, com um aumento de 0,96%, marcando o quinto mês consecutivo de alta. Embora tenha havido uma leve desaceleração em relação a dezembro, quando a alta foi de 1,18%, a expectativa entre economistas é de que a inflação dos alimentos diminua gradualmente.
Para 2024, a previsão é de um avanço de 6% na inflação, comparado a 7,69% do ano anterior. Enquanto alguns itens podem oferecer alívio, outros, como o café, devem continuar a apresentar preços elevados.
Entre na conversa da comunidade