As ações da Levi Strauss caíram 30% nos últimos seis meses, mas agora a JPMorgan deu uma notícia positiva. O analista Matthew Boss mudou a classificação da empresa para “overweight”, o que significa que ele acredita que as ações vão subir. No entanto, ele reduziu o preço-alvo para 17 reais, o que ainda sugere que as ações podem aumentar 26% em relação ao preço atual.
A Levi está vendo mais pessoas comprando seus produtos, especialmente jovens. Boss comentou que a empresa, sob a liderança da CEO Michelle Gass, está se saindo melhor e atraindo novos clientes, principalmente entre 18 e 30 anos. Isso ajudou a aumentar os preços e a frequência das compras. A empresa também melhorou suas margens de lucro e reduziu custos.
O analista acredita que a Levi pode ter um bom desempenho nas vendas durante as temporadas de Páscoa e Primavera, superando as expectativas do setor. A marca continua popular no mercado de vestuário.
Após uma queda de 30% nas ações da Levi Strauss nos últimos seis meses, a empresa recebeu uma atualização positiva da JPMorgan. O analista Matthew Boss elevou a classificação da marca para “overweight”, embora tenha reduzido o preço-alvo em 11%, agora fixado em R$ 17. Essa nova meta indica um potencial de valorização de 26% em relação ao fechamento mais recente das ações.
A Levi Strauss observou um aumento na demanda e nas margens de lucro, especialmente entre consumidores jovens. Boss destacou que a combinação do desempenho das ações e a melhoria do perfil de negócios sob a liderança da CEO Michelle Gass representa uma oportunidade atraente para investidores. Ele mencionou que a expansão do mercado endereçado da marca, focada em vestuário denim, resultou em um aumento da demanda global por quatro trimestres consecutivos.
Além disso, a empresa tem atraído novos clientes, principalmente na faixa etária de 18 a 30 anos, o que tem contribuído para o aumento dos preços médios de venda e para compras mais frequentes. A Levi também registrou margens brutas ampliadas e economias nos custos de produtos, além de melhorias nas vendas de produtos a preço integral.
O analista da JPMorgan acredita que a Levi pode se beneficiar de uma demanda maior por vestuário durante as temporadas de Páscoa e Primavera, superando as expectativas do setor atacadista dos Estados Unidos, que se mostram mais fracas. A empresa, que já apresenta um perfil de rentabilidade mais forte em comparação a 2019, continua a ser uma marca popular no setor de vestuário.
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