A vida dos influenciadores digitais no Brasil parece cheia de glamour, mas a realidade é diferente. Uma pesquisa mostrou que apenas 9% dos 14 milhões de criadores de conteúdo no país conseguem viver só do que ganham com suas postagens. A maioria, 67%, recebe produtos em troca de menções, o que é chamado de permuta. Além disso, 19% dos influenciadores nunca fizeram trabalhos pagos, e 26% participaram apenas de algumas campanhas. Esses dados mostram que muitos influenciadores enfrentam dificuldades para ganhar dinheiro. A pesquisa foi feita com cerca de 4.500 influenciadores e revela desafios na monetização dessa profissão.
A vida dos influenciadores digitais no Brasil, frequentemente associada a glamour, revela uma realidade financeira diferente. Segundo uma pesquisa da plataforma Wake Creators, apenas nove por cento dos 14 milhões de criadores de conteúdo no país conseguem viver exclusivamente de suas postagens nas redes sociais.
A maioria dos influenciadores, sessenta e sete por cento, recebe produtos em troca de menções, caracterizando a prática de permuta. Além disso, dezenove por cento dos entrevistados afirmaram nunca ter realizado trabalhos remunerados, enquanto vinte e seis por cento participaram apenas de campanhas pontuais.
A pesquisa, realizada em março deste ano com cerca de quatro mil e quinhentos influenciadores, destaca a dificuldade de monetização nesse mercado. A dependência de permutas e a escassez de trabalhos pagos refletem um cenário desafiador para muitos criadores de conteúdo.
Esses dados evidenciam a necessidade de uma análise mais profunda sobre a sustentabilidade financeira dos influenciadores digitais no Brasil. A pesquisa foi obtida com exclusividade pelo Valor e traz à tona questões relevantes sobre a viabilidade dessa profissão em um ambiente cada vez mais competitivo.
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