A Apple monta iPhones no Brasil, mas não vai aumentar essa produção, que é só para o mercado brasileiro. A empresa está enfrentando uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, o que a leva a pensar em diversificar onde fabrica seus produtos. Atualmente, os iPhones são montados em Jundiaí (SP) pela Foxconn, que também trabalha com outras marcas.
A Apple não planeja exportar os iPhones feitos no Brasil e não revela quantos aparelhos são produzidos lá. A empresa está investindo na Índia e no Vietnã para descentralizar sua produção. Embora esses países tenham tarifas mais altas do que o Brasil, elas ainda são menores do que as aplicadas à China. Recentemente, o presidente dos EUA reduziu temporariamente as tarifas para outros países, exceto para a China, o que pode afetar a estratégia da Apple.
Atualmente, a China é responsável por cerca de 80% da produção de iPhones e iPads, enquanto a Índia fabrica entre 10% e 15% dos iPhones e o Vietnã cerca de 20% dos iPads. A Apple também tem fornecedores na Malásia, Tailândia, Coreia do Sul, Japão e Taiwan. Mudar a montagem dos iPhones para os EUA é complicado e pode aumentar muito os preços, com estimativas de até 90% a mais.
Em fevereiro, a Apple anunciou um investimento de mais de 500 bilhões de dólares para criar empregos nos EUA, mas isso não significa que a linha de montagem do iPhone será transferida. O foco é aumentar a capacidade das fábricas existentes e construir uma nova em Houston, Texas, para a produção de servidores. A estratégia da Apple mostra que a empresa precisa se adaptar às mudanças no comércio global.
A Apple produz iPhones no Brasil, mas a empresa anunciou que não tem planos de aumentar essa produção, que é destinada exclusivamente ao mercado local. A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China levanta questões sobre a necessidade de a Apple diversificar sua produção, especialmente devido às altas tarifas impostas a produtos chineses. Atualmente, os iPhones montados no Brasil são feitos em Jundiaí (SP) pela Foxconn, que também atende a outras marcas de tecnologia.
A Apple não considera a exportação de iPhones montados no Brasil e não divulga informações sobre o volume de produção local. A empresa tem investido na descentralização de sua produção, com foco na Índia e no Vietnã. Embora esses países tenham recebido tarifas mais altas do que o Brasil, elas são inferiores às aplicadas à China. Recentemente, o presidente dos EUA reduziu temporariamente as tarifas para outros países, exceto para a China, o que pode impactar a estratégia da Apple.
Atualmente, a China é responsável por cerca de oitenta por cento da produção de iPhones e iPads, enquanto a Índia produz entre dez e quinze por cento dos iPhones e o Vietnã cerca de vinte por cento dos iPads. A Apple também conta com fornecedores na Malásia, Tailândia, Coreia do Sul, Japão e Taiwan. A possibilidade de transferir a montagem dos iPhones para os EUA é complexa e pode resultar em um aumento significativo nos preços, com estimativas indicando que o custo poderia subir até noventa por cento.
Em fevereiro, a Apple anunciou um investimento de mais de quinhentos bilhões de dólares para criar empregos nos EUA, mas esse investimento não visa transferir a linha de montagem do iPhone. O foco está em aumentar a capacidade das unidades existentes e construir uma nova fábrica em Houston, Texas, para a produção de servidores. A estratégia da Apple reflete a necessidade de adaptação às mudanças no cenário comercial global.
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