O programa Minha Casa Minha Vida agora tem uma nova opção para ajudar famílias que ganham entre R$ 8 mil e R$ 12 mil. Com isso, elas poderão financiar casas de até R$ 500 mil com uma taxa de juros de 10,50% ao ano. As contratações começam em maio e a expectativa é que 120 mil famílias sejam beneficiadas a cada ano.
A construtora Cury acredita que essa mudança vai facilitar seus projetos. O vice-presidente da empresa, Leonardo Mesquita, comentou que a participação da Cury no programa pode aumentar de 70% para 95% em 2024. A empresa já trabalha com imóveis nas faixas anteriores, que custam até R$ 350 mil.
Mesquita também disse que a nova faixa permitirá que os preços dos imóveis subam, pois a diferença nas taxas de juros não será tão grande. Isso deve ajudar as pessoas a decidirem comprar. O programa foi criado para atender a classe média, que antes enfrentava dificuldades devido às altas taxas de juros, que estão em torno de 12% ao ano. A nova linha de crédito busca facilitar o acesso à moradia para esse grupo.
O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) lançou uma nova faixa que atenderá famílias com renda entre R$ 8 mil e R$ 12 mil, permitindo financiamentos de até R$ 500 mil com taxa de juros de 10,50% ao ano. As contratações começam na primeira quinzena de maio e devem beneficiar 120 mil famílias por ano, conforme anunciado pelo ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho.
A construtora Cury (CURY3) vê a nova faixa como uma oportunidade para aumentar a flexibilidade em seus projetos. O vice-presidente comercial da empresa, Leonardo Mesquita, destacou que a ampliação do programa pode elevar a participação dos lançamentos da Cury no MCMV de 70% para 95% em 2024. A empresa já atua nas faixas 2 e 3, onde os imóveis custam até R$ 350 mil.
Mesquita também mencionou que a nova faixa permitirá um aumento nos preços dos imóveis, já que a diferença nas taxas de juros entre as faixas não será tão significativa. Isso facilita a decisão de compra para a população da faixa 4, que terá acesso a financiamentos com condições mais favoráveis.
O programa, que anteriormente atendia apenas famílias com renda de até R$ 8 mil, busca suprir a demanda de financiamento para a classe média, que historicamente enfrentava dificuldades com as altas taxas de juros, que atualmente estão em torno de 12% ao ano. A nova linha de crédito visa melhorar o acesso à habitação para esse público.
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