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Governo Lula lança programa para renegociação de dívidas estaduais com condições vantajosas

Governo Lula lança programa que facilita a renegociação das dívidas estaduais, com adesão até 2025 e condições vantajosas para os estados.

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O governo Lula anunciou um novo programa chamado Propag, que facilita a renegociação das dívidas dos estados com a União. Os estados podem pagar suas dívidas com juros que variam de 0% a 2% e têm até 30 anos para quitar os valores. A adesão ao programa pode ser feita até 31 de dezembro de 2025. Se um estado participar, a União abrirá mão dos juros, permitindo que o dinheiro economizado seja investido em áreas como educação e segurança. Parte desse valor também poderá ser direcionada ao Fundo de Equalização Federativa, que redistribui recursos entre os estados. O secretário do Tesouro Nacional informou que o programa pode custar cerca de R$ 20 bilhões por ano à União, caso todos os estados devedores participem. Essa quantia não afetará o resultado primário do governo. O Propag pretende substituir o Regime de Recuperação Fiscal, que atualmente limita os investimentos em estados que não pagam suas dívidas. A negociação sobre as dívidas estaduais é longa e já passou por diferentes governos, e a Lei de Responsabilidade Fiscal, criada em 2000, trouxe punições para estados que não cumprissem as regras de pagamento. Atualmente, estados como Rio de Janeiro e Minas Gerais estão sob o Regime de Recuperação Fiscal, que não melhorou a situação financeira deles, segundo o Ministério da Fazenda.

O governo Lula publicou um decreto no Diário Oficial da União, estabelecendo as condições do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). O programa, que permite a renegociação das dívidas estaduais com a União, oferece juros reais entre 0% e 2% e um prazo de pagamento de até 30 anos. A adesão ao Propag pode ser feita até 31 de dezembro de 2025.

Caso um estado opte por participar, a União abrirá mão dos juros, permitindo que os recursos economizados sejam investidos em áreas como educação e segurança pública. Além disso, parte do montante economizado poderá ser direcionada ao Fundo de Equalização Federativa (FEF), que redistribui recursos entre os estados. Cinquenta por cento dos recursos do FEF serão distribuídos com base na dívida estadual, favorecendo aqueles que devem menos.

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, estimou que o Propag custará cerca de R$ 20 bilhões por ano à União, caso todos os estados devedores participem. Esses valores não impactarão o resultado primário, pois não se referem a receitas e despesas tributárias. O programa visa substituir o Regime de Recuperação Fiscal (RRF), que atualmente limita investimentos em estados devedores.

A negociação sobre as dívidas estaduais é um processo longo, que envolve diferentes governos. A criação da Lei de Responsabilidade Fiscal, em 2000, introduziu punições para estados que não cumprissem as regras de pagamento. Atualmente, estados como Rio de Janeiro e Minas Gerais estão sob o RRF, que, segundo o Ministério da Fazenda, não trouxe melhorias no endividamento.

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