A Goldman Sachs adicionou a Johnson & Johnson à sua lista de ações recomendadas para maio, prevendo uma valorização de 10% para as ações da empresa. Ao mesmo tempo, a Meritage Homes foi removida da lista, embora a Goldman ainda a considere uma boa compra. A lista agora conta com 22 ações de setores como consumo, finanças e telecomunicações. A Goldman também incluiu a Houlihan Lokey, destacando que a empresa oferece proteção contra uma possível desaceleração econômica devido ao seu negócio de reestruturação e estabilidade nas margens. A análise sugere que a Johnson & Johnson, com um forte portfólio de medicamentos e uma sólida situação financeira, deve conseguir crescer mesmo diante de desafios, como a perda de patentes de um de seus principais produtos.
Goldman Sachs incluiu a gigante farmacêutica Johnson & Johnson em sua lista de ações recomendadas, a “U.S. Conviction List – Directors’ Cut”, para o mês de maio. A atualização foi divulgada na quinta-feira, com a previsão de 10% de valorização para as ações da empresa. Ao mesmo tempo, a construtora Meritage Homes foi removida da lista, embora continue com a classificação de compra.
A lista atualizada conta com 22 ações de diversos setores, incluindo consumo, finanças e telecomunicações, como AT&T, Bank of America e Uber Technologies. O analista Steven Kron, do Goldman Sachs, destacou que as políticas do presidente Donald Trump estão impactando negativamente o crescimento econômico e pressionando a inflação. Essa combinação de crescimento mais baixo e inflação elevada é considerada desfavorável para o mercado de ações.
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Além de Johnson & Johnson, a Houlihan Lokey também foi adicionada à lista. Goldman Sachs ressaltou que a empresa oferece proteção contra uma desaceleração econômica, devido ao seu foco em reestruturações e sua atuação em setores mais saudáveis, como o de fusões e aquisições de empresas de médio porte. O analista James Yaro, responsável pela análise da Houlihan, acredita que a empresa possui um potencial de crescimento subestimado.
Para Johnson & Johnson, a previsão de crescimento é impulsionada por investimentos em medicamentos inovadores e um forte pipeline de produtos em desenvolvimento. A empresa enfrenta um desafio com a expiração de patentes, especialmente do medicamento Stelera, utilizado no tratamento de condições autoimunes. A Goldman Sachs acredita que a combinação de crescimento em novas áreas pode compensar essa perda.
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