Durante a visita do presidente Lula a Pequim, o Brasil e a China assinaram acordos que permitem a exportação de novos produtos brasileiros, como carne de pato, carne de peru e miúdos de frango, além de grãos derivados do etanol de milho. A China é o maior parceiro comercial do Brasil no setor de proteína animal, tendo importado mais de 770 mil toneladas de carne de frango e suína em 2024. A Associação Brasileira de Proteína Animal comemorou a abertura do mercado chinês para esses novos produtos, o que pode aumentar as exportações brasileiras. Também foi assinado um memorando para melhorar a comunicação e a cooperação nas áreas sanitárias e fitossanitárias entre os dois países.
Durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Pequim, foram firmados acordos que autorizam a exportação de cinco novos produtos brasileiros para a China. Os itens incluem carne de pato, carne de peru e miúdos de frango, além de grãos derivados da indústria do etanol de milho.
Os novos produtos foram definidos em um memorando assinado entre o Ministério da Agricultura e a Administração-Geral de Aduanas da China (GACC). O objetivo é promover a cooperação bilateral em medidas sanitárias e fitossanitárias. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) considerou a autorização um marco estratégico para o setor.
Em 2024, a China importou mais de 770 mil toneladas de carne de frango e suína do Brasil, consolidando-se como o maior parceiro comercial do país nesse segmento. A abertura do mercado chinês para novos produtos de aves representa uma oportunidade significativa para a ampliação das exportações brasileiras.
O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que a inclusão de novos segmentos, como os miúdos de frango e as carnes de pato e peru, pode diversificar ainda mais a pauta exportadora do Brasil. A expectativa é que esses acordos impulsionem as vendas e fortaleçam a relação comercial entre os dois países.
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