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Burberry anuncia corte de 1,7 mil empregos para reestruturar negócios até 2027

Burberry anuncia cortes de 1.700 empregos, visando economizar £60 milhões até 2027, enquanto busca revitalizar sua marca no setor de luxo.

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A Burberry anunciou que vai demitir cerca de 1.700 funcionários, o que representa 18% de sua força de trabalho global, como parte de um esforço para economizar £60 milhões até 2027. A empresa, que enfrenta dificuldades no setor de luxo, viu suas vendas caírem e registrou um prejuízo de £3 milhões no último ano fiscal. Os cortes de empregos afetarão principalmente cargos administrativos no Reino Unido, mas também incluirão posições no varejo global. Além disso, a Burberry planeja ajustar sua rede de lojas e eliminar o turno noturno em sua fábrica em Castleford, na Inglaterra. Apesar das dificuldades, as ações da Burberry subiram 9% após o anúncio, refletindo uma leve recuperação no interesse dos investidores. O novo CEO, Joshua Schulman, que assumiu em julho, está focado em revitalizar a marca, priorizando produtos tradicionais como trench coats e tentando atrair um público mais amplo com campanhas publicitárias.

A Burberry anunciou, nesta quarta-feira, 14, a demissão de cerca de 1.700 funcionários, o que representa 18% de sua força de trabalho global. A medida visa gerar uma economia de £ 60 milhões até o ano fiscal que começa em abril de 2027. A decisão ocorre em meio a um cenário de vendas em queda no setor de luxo, que afeta a marca britânica.

A diretora financeira do grupo, Kate Ferry, informou que os cortes afetarão principalmente cargos de escritório no Reino Unido, mas também incluirão posições em varejo global. A Burberry, que contava com mais de 9,3 mil funcionários no último ano fiscal, também planeja ajustes em sua rede de lojas para alinhar os horários das equipes aos períodos de maior movimento.

Apesar do anúncio de cortes, o CEO Joshua Schulman garantiu que a produção continuará no Reino Unido, preservando o artesanato britânico. A empresa planeja investir na unidade de Castleford, onde eliminará o turno noturno para lidar com a capacidade excessiva.

As ações da Burberry subiram 9% após o anúncio, mesmo com um prejuízo recente de £ 3 milhões no último ano fiscal. A receita da empresa caiu, refletindo a dificuldade do setor de luxo em meio à desaceleração do consumo global. Schulman, que assumiu a liderança em julho, busca revitalizar a marca, focando em produtos tradicionais, como trench coats, e reduzindo a ênfase em itens menos icônicos.

A Burberry também está implementando novas campanhas publicitárias com celebridades britânicas para atrair uma base de clientes mais ampla. As mudanças são parte de um esforço para recuperar a popularidade da marca, que enfrenta desafios significativos no mercado de luxo.

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