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Franquias de comida japonesa e italiana atraem clientes em um único espaço

Modelo store-in-store se destaca em 2024, com mais de 50% das novas franquias adotando a estratégia para reduzir custos e aumentar faturamento.

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Um novo modelo de franquias chamado store-in-store está se tornando popular. Esse modelo combina duas marcas em um único espaço, o que ajuda a economizar custos e melhorar a eficiência. Em 2024, mais da metade das novas franquias estão adotando essa estratégia, com empresas como o Grupo Trigo e a Halipar na liderança. Com esse formato, as marcas dividem o espaço, o aluguel e os funcionários, tornando a operação mais barata. A diretora de expansão do Grupo Trigo, Isabel Medeiros, afirma que essa abordagem pode aumentar o faturamento em até 50%. Um dos desafios é garantir que os clientes não confundam as marcas, mas a Halipar, que tem marcas como Jin Jin e Montana Grill, conseguiu reduzir seus custos operacionais em 20% com essa estratégia. Durante a pandemia, a Halipar começou a explorar a venda de várias marcas em um só lugar, o que ajudou a aumentar as vendas. O CEO da Halipar, Ricardo José Alves, explica que, ao combinar marcas, o espaço necessário é menor, permitindo uma operação mais eficiente. Tanto o Grupo Trigo quanto a Halipar exigem que as operações sejam geridas por um único franqueado, o que facilita a gestão e reduz conflitos. Especialistas acreditam que essa integração pode diminuir custos e aumentar a variedade de serviços. O modelo store-in-store está se firmando como uma boa opção para o crescimento das franquias, especialmente em tempos de incerteza econômica.

Uma nova tendência no setor de franquias está ganhando força: o modelo store-in-store, que combina duas marcas em um único espaço. Este formato, que já foi utilizado anteriormente, agora se destaca por motivos de contenção de custos e eficiência operacional. Em 2024, mais de 50% das novas operações de franquias adotam esse modelo, com empresas como o Grupo Trigo e a Halipar liderando essa mudança.

A proposta do store-in-store permite que duas marcas compartilhem o mesmo espaço, estrutura, aluguel e funcionários, resultando em uma operação mais econômica. Isabel Medeiros, diretora de expansão do Grupo Trigo, destaca que essa estratégia pode aumentar o faturamento em até 50%. “Para abrir uma loja nova, você precisa de oito a dez funcionários. Com uma operação conjunta, o franqueado pode implementar seus planos com apenas três contratações adicionais”, explica.

Desafios e Vantagens

Um dos principais desafios desse modelo é a identificação visual das marcas. A comunicação deve ser clara para que os clientes não confundam as lojas. A Halipar, que opera marcas como Jin Jin e Montana Grill, também percebeu uma redução de 20% nos custos operacionais com essa estratégia. Durante a pandemia, a empresa começou a explorar a venda de unidades de rua com múltiplas marcas, o que ajudou a aumentar o faturamento.

A Halipar utiliza o conhecimento adquirido durante os lockdowns para expandir suas operações em shoppings. O CEO da Halipar, Ricardo José Alves, explica que, ao combinar marcas, o espaço necessário é reduzido, permitindo uma operação mais eficiente. “Para ter uma loja de cada, precisaríamos de 40 metros quadrados. Com duas, o espaço total é de apenas 55 a 60 metros quadrados”, afirma.

Sinergia e Crescimento

Tanto o Grupo Trigo quanto a Halipar exigem que as operações sejam de um único franqueado, garantindo sinergia na gestão. Isso facilita a parte jurídica e reduz conflitos. Especialistas apontam que a integração das operações pode resultar em um custo mais baixo e em um aumento na complementaridade dos serviços oferecidos.

O modelo store-in-store está se consolidando como uma estratégia viável para o crescimento no setor de franquias, especialmente em tempos de incerteza econômica. Com a combinação de marcas, as empresas buscam não apenas reduzir custos, mas também maximizar o potencial de faturamento em um mercado cada vez mais competitivo.

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