A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu um processo contra a Zero Markets e suas associadas por desobedecer uma ordem que proibia a empresa de fazer ofertas de valores mobiliários no Brasil. A CVM afirma que a Zero Markets continuou a operar de forma irregular e a atrair investidores brasileiros, mesmo sem autorização para isso. A corretora promove investimentos em ações e títulos, mas avisa em seu site que não tem permissão da CVM ou do Banco Central. A Zero Markets também menciona uma parceria com a corretora Levycam e diz ter registrado uma empresa para serviços de consultoria, mas essa empresa não aparece no registro da CVM. O processo inclui outras empresas do grupo e um dos diretores. A CVM quer proteger os investidores e garantir a integridade do mercado financeiro. Não foi possível contatar a empresa para comentar as acusações.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) anunciou a abertura de um processo sancionador contra a Zero Markets e suas associadas, devido à desobediência a uma ordem anterior. A medida foi tomada após a CVM ter emitido uma stop order, há seis meses, que proibia a empresa de realizar ofertas públicas de valores mobiliários a investidores no Brasil.
O processo sancionador alega que a Zero Markets continuou a operar irregularmente, atraindo investidores brasileiros. A corretora, que mantém um site em português, promove investimentos em ações, fundos internacionais e títulos de renda fixa, entre outros. Apesar da oferta, o site destaca em letras miúdas que nenhuma empresa do Grupo Zero Markets possui autorização da CVM ou do Banco Central do Brasil para atuar na intermediação de valores mobiliários.
Além disso, a Zero Markets afirma ter uma parceria operacional com a corretora de câmbio Levycam e menciona ter registrado uma empresa junto à CVM para serviços de análise e consultoria. Contudo, não foi encontrado registro dessa empresa no banco de dados da CVM. O processo inclui como réus as empresas Zero Financial LTD, Zero Markets LLC e Zero Securities PTY LTD, além de Rafael Augusto da Silva.
A CVM busca garantir a proteção dos investidores e a integridade do mercado financeiro brasileiro, e a abertura do processo sancionador indica a seriedade das acusações contra a Zero Markets. A coluna não conseguiu contato com os representantes da empresa para comentar sobre as alegações.
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