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Crédito privado impulsiona recordes no mercado de capitais com R$ 152,3 bilhões captados

Crédito privado impulsiona recorde de captação no Brasil, com R$ 152,3 bilhões no primeiro trimestre, destacando debêntures e CRIs.

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O mercado de capitais brasileiro teve um bom desempenho no primeiro trimestre, com as empresas captando R$ 152,3 bilhões, um recorde para esse período. A maior parte desse valor veio de debêntures, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e do Agronegócio (CRAs). O mercado secundário também se destacou, com o volume de debêntures negociadas chegando a R$ 196,6 bilhões, um aumento de 34,2% em relação ao ano passado. Entre as debêntures mais negociadas estão as da Vale, Energisa e Eletrobras. A Vale, em particular, tem papéis que foram emitidos durante sua privatização em 1997, permitindo que acionistas participem de benefícios futuros. Nos certificados de recebíveis, a maioria tem remuneração híbrida, combinando uma taxa fixa com a variação do IPCA ou DI.

O mercado de capitais brasileiro registrou um desempenho notável no primeiro trimestre de 2025, com captações de R$ 152,3 bilhões, o maior valor já registrado para esse período. A alta da Selic tem levado investidores a buscar alternativas no crédito privado, destacando-se debêntures, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs).

O volume negociado de debêntures no mercado secundário também apresentou crescimento expressivo, alcançando R$ 196,6 bilhões, um aumento de 34,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Empresas como Vale, Energisa e Eletrobras se destacaram entre os papéis mais negociados, segundo levantamento da Quantum Finance.

Destaques do Mercado

As debêntures participativas da Vale, emitidas durante o processo de privatização da empresa em mil novecentos e noventa e sete, continuam a ser um dos principais atrativos para os investidores. Esses papéis garantem aos acionistas da época o direito a benefícios futuros de áreas de produção ainda em exploração.

Nos certificados de recebíveis, a maioria dos papéis mais negociados apresenta remuneração híbrida, combinando uma taxa fixa com a variação do IPCA ou DI. Apenas um dos papéis mais negociados tem remuneração prefixada, refletindo a tendência de busca por segurança e rentabilidade em um cenário de juros elevados.

O crescimento do mercado de crédito privado é um reflexo das mudanças nas condições econômicas, onde a alta da Selic tem incentivado os investidores a diversificarem suas carteiras. A expectativa é que essa tendência continue, com mais empresas buscando captar recursos por meio de instrumentos de crédito privado.

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