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Prosecco se torna símbolo de disputa entre freira brasileira e mosteiro italiano

Prosecco artesanal do Mosteiro Cisterciense se torna símbolo de resistência após crise interna e afastamento da abadessa Aline Pereira Ghammachi.

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O Mosteiro Cisterciense dos Santos Gervásio e Protásio, no norte da Itália, passou por uma crise interna após o afastamento da abadessa Aline Pereira Ghammachi em abril de 2025, devido a denúncias de maus-tratos e desvio de recursos, que foram arquivadas. A crise se agravou com a saída de doze freiras, quatro das quais relataram ter fugido de um ambiente insustentável. Aline, que foi a abadessa mais jovem da Itália, havia introduzido a produção de um prosecco artesanal como parte de um plano para ajudar financeiramente o mosteiro, que já enfrentava dificuldades desde a pandemia de covid-19. O prosecco, feito com uvas Glera cultivadas pelas próprias religiosas, recebeu certificação como produto biológico e foi lançado em dezembro de 2022. A venda do espumante visava cobrir contas de gás que chegavam a 20 mil euros. A parceria com a vinícola La Vigna di Sarah também ajudou a abrir o mosteiro para visitas e degustações. A Ordem Cisterciense monitorou a situação e decidiu comissariar o mosteiro, designando uma comissária pontifícia para ajudar a comunidade. Apesar das dificuldades, Aline não pediu dispensa dos votos religiosos e continua a ver o prosecco como um símbolo de resistência.

A produção de prosecco artesanal no Mosteiro Cisterciense dos Santos Gervásio e Protásio, no norte da Itália, se tornou um símbolo de resistência em meio a uma crise interna. A abadessa brasileira Aline Pereira Ghammachi foi afastada em abril de 2025 após denúncias de maus-tratos e desvio de recursos, que foram arquivadas. A crise se intensificou com a saída de doze freiras, quatro das quais relataram ter fugido de um ambiente insustentável.

Aline, que foi a abadessa mais jovem da Itália ao ser eleita em 2018, implementou mudanças significativas, incluindo a produção de um Prosecco Superiore DOCG di Abbazia. Lançado em dezembro de 2022, o espumante foi criado como parte de um plano de resgate financeiro para o mosteiro, que enfrentava dificuldades desde a pandemia de covid-19. A produção do prosecco, feita com uvas Glera cultivadas pelas próprias religiosas, recebeu certificação como produto biológico.

A iniciativa, que surgiu após a abertura da clausura papal, visava garantir a sobrevivência da comunidade. Aline afirmou que a venda do prosecco ajudaria a cobrir contas de gás que chegavam a 20 mil euros. A parceria com a vinícola La Vigna di Sarah possibilitou a abertura do mosteiro para visitas e degustações, promovendo a sustentabilidade e a identidade local.

A Ordem Cisterciense acompanhou de perto a situação, realizando inspeções e, eventualmente, determinando o comissariamento do mosteiro. A comissária pontifícia foi designada para ajudar a comunidade em diálogo com as monjas que aceitaram as decisões da Santa Sé. Apesar das dificuldades, Aline não pediu dispensa dos votos religiosos e continua a ver o prosecco como um símbolo de resistência.

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