Um estudo de 2024 revelou que 25% dos brasileiros foram vítimas de fraudes bancárias, um aumento de 3,6 vezes em relação ao ano anterior. O golpe mais comum foi a clonagem de cartões, responsável por 20,7% dos casos. O golpe do link falso cresceu 4,7 vezes e representou 13,69% das fraudes. Outros tipos de golpes digitais e fraudes também foram significativos, com 15,86% e 14,19% dos casos, respectivamente. O estudo também destacou que 20% dos apostadores relataram ter sofrido fraudes em sites de apostas. A segurança se torna uma prioridade à medida que o open finance e o mercado de apostas online se expandem. Além disso, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que os bancos estão implementando medidas de segurança para proteger os usuários, já que o uso ilícito do Pix aumentou 43% em dois anos, resultando em perdas de R$ 2,7 bilhões. Os golpes estão se tornando mais sofisticados, com táticas como o “golpe do falso suporte” e “WhatsApp clonado”. Em outros países da América Latina, como Argentina e México, também foram observados aumentos em fraudes bancárias, levando as autoridades a intensificarem as ações de combate a esses crimes.
Um em cada quatro brasileiros sofreu fraude ou golpe bancário em 2024, conforme o Estudo idwall de Experiência Digital. O número de ocorrências foi 3,6 vezes maior que em 2023. O golpe de clonagem de cartão lidera, com 20,7% dos casos, incluindo compras não reconhecidas no cartão de crédito ou débito.
O golpe do link falso, que cresceu 4,7 vezes, representa 13,69% das fraudes. Nesse esquema, criminosos enviam links semelhantes aos de instituições financeiras para roubar dados pessoais e senhas. As fraudes digitais e golpes digitais somam 15,86% e 14,19%, respectivamente, com a diferença sendo a forma como as vítimas são manipuladas.
Apostas Online e Segurança
Cerca de 20% dos apostadores relataram ter sido vítimas de fraudes em sites de apostas. O estudo destaca que 45% dos apostadores utilizam bancos tradicionais para transações. O mercado de apostas online, em fase de regulamentação no Brasil, apresenta riscos que preocupam instituições financeiras, que temem ser usadas como intermediárias em fraudes.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) reconhece o aumento das fraudes e afirma que os bancos estão implementando controles de segurança em seus sistemas. O uso ilícito do Pix, por exemplo, cresceu 43% em dois anos, resultando em perdas de R$ 2,7 bilhões. A Febraban ressalta que a segurança é uma prioridade para proteger os usuários.
Golpes em Outros Países
Estudos mostram que os golpes financeiros não são exclusividade do Brasil. Na Argentina, o sistema de transferências 3.0, baseado em QR Codes, facilita fraudes, como o “qrishing”, que engana pessoas a escanearem códigos falsos. No México, o sistema SPEI enfrenta desafios semelhantes, com autoridades intensificando ações contra fraudes.
Governos e instituições financeiras estão adotando medidas como criptografia e autenticação biométrica para combater as vulnerabilidades nas transferências bancárias. Apesar dos esforços, os cibercriminosos continuam a evoluir, exigindo inovação constante em segurança.
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