A Partners Group, uma gestora de investimentos da Suíça, está ampliando suas atividades no Brasil com uma nova estratégia de growth equity, que envolve investir em empresas de médio porte com grande potencial de crescimento, em vez de adquirir participações majoritárias como fazia antes. A gestora já teve controle das redes Hortifruti e Natural da Terra, vendidas em 2021. Agora, busca investir em empresas que tenham receita mínima de 20 milhões de dólares, crescimento anual acima de 30% e margem bruta superior a 70%. Os setores de interesse incluem software, infraestrutura financeira e saúde. A mudança na estratégia reflete um reposicionamento global da empresa e começou a ser implementada em setembro de 2024. A expectativa é investir entre 50 milhões e 150 milhões de dólares em cada empresa, adquirindo entre 10% e 30% de participação. A gestora tem 15 bilhões de dólares disponíveis para investir em até 60 empresas, sendo 30 em buyouts e 30 em growth equity.
A Partners Group, gestora global suíça, está ampliando sua presença no Brasil com uma nova estratégia de growth equity, focando em empresas de médio porte com alto potencial de crescimento. Essa mudança representa uma evolução significativa na abordagem da gestora, que anteriormente se concentrava em aquisições majoritárias, como a compra das redes Hortifruti e Natural da Terra, vendidas em 2021.
A nova estratégia visa a aquisição de participações minoritárias em empresas com receita mínima de US$ 20 milhões e crescimento orgânico superior a 30% ao ano. O foco está em setores como software, infraestrutura financeira e healthtechs. Tiago Andrade, head da Partners Group em São Paulo, destacou que a mudança busca incluir ativos que eram pequenos demais para a estratégia anterior.
A gestora, que iniciou suas operações no Brasil de forma indireta, passou a realizar investimentos diretos a partir de 2008. A nova abordagem foi iniciada em setembro de 2024, e Andrade afirmou que já há conversas em andamento. O fundo global possui US$ 15 bilhões disponíveis para investimentos, com a meta de aportar em sessenta empresas, sendo trinta em buyouts e trinta em growth equity.
Os investimentos devem variar entre US$ 50 milhões e US$ 150 milhões, com participações entre 10% e 30%. Andrade ressaltou que essa estratégia pode oferecer liquidez a investidores em estágios iniciais, especialmente em um cenário onde o mercado de IPO está fechado. A expectativa é que a operação local realize pelo menos um investimento por ano, com um pipeline promissor de ativos.
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