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Rebecca Walser analisa Apple, Netflix e Snowflake após recentes desvalorizações

Apple, Netflix e Snowflake enfrentam desafios e riscos, com analistas divididos entre recomendações de compra e alertas sobre quedas.

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Rebecca Walser, da Walser Wealth Management, comentou sobre a situação da Apple, Netflix e Snowflake em uma entrevista. Ela concordou com a analista Laura Martin, que rebaixou as ações da Apple de compra para manutenção, citando preocupações com a alta avaliação e a concorrência. Walser destacou que as tarifas e a dependência de cadeias de suprimento na Ásia estão afetando a Apple, especialmente com a incerteza em relação às tarifas que expiram em julho. Apesar do rebaixamento, a maioria dos analistas ainda recomenda a compra das ações da Apple, que caíram cerca de 19% em 2025. Em relação à Netflix, Walser a considera cara, especialmente após um aumento de quase 40% nas ações este ano. Ela mencionou que a empresa parou de divulgar números de assinantes, o que gera preocupação sobre seu crescimento futuro. A maioria dos analistas ainda vê a Netflix como uma compra, mas o preço-alvo sugere uma possível queda de mais de 6%. Quanto à Snowflake, Walser também a vê como uma ação cara e alerta que, se o ciclo de investimento em dados não se concretizar, pode haver uma queda nas ações, que já subiram 35% em 2025. A maioria dos analistas ainda recomenda a compra, prevendo um aumento de mais de 6% nas ações.

Rebecca Walser, CEO da Walser Wealth Management, comentou sobre as ações da Apple, Netflix e Snowflake durante o programa “Power Lunch” da CNBC, destacando preocupações com o desempenho dessas empresas. A análise ocorre após uma recente reavaliação das ações da Apple.

Walser concordou com a analista Laura Martin, da Needham, que rebaixou a recomendação das ações da Apple de compra para manutenção. A analista apontou que a empresa enfrenta alta valorização e concorrência no crescimento. Walser ressaltou que as tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos e a dependência de cadeias de suprimento na Ásia têm afetado a fabricante do iPhone. “Não é culpa da Apple”, afirmou, referindo-se ao impacto das tarifas que expiram em julho.

Apesar do rebaixamento, a maioria dos analistas ainda recomenda a compra das ações da Apple, com um preço-alvo médio que sugere uma alta de mais de 13% nos próximos doze meses. As ações da Apple caíram cerca de 19% em 2025.

Netflix e Snowflake

Walser classificou as ações da Netflix como “muito caras”. A empresa viu suas ações atingirem um pico em 52 semanas e um aumento de quase 40% em 2025. A CEO expressou preocupação com a falta de dados sobre o crescimento de assinantes, o que pode levar a uma reavaliação das ações. A maioria dos analistas ainda recomenda a compra, mas o preço-alvo sugere uma possível queda de mais de 6%.

Em relação à Snowflake, Walser também considerou as ações caras, alertando para riscos caso o ciclo de investimento em dados não se concretize como esperado. As ações da Snowflake também atingiram um pico em 52 semanas, com um aumento de 35% no ano. A média das previsões dos analistas indica uma alta de mais de 6% para a empresa.

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