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Cultura organizacional forte impulsiona resultados e engajamento intergeracional

Cultura organizacional intergeracional é essencial para a longevidade das empresas. Programas de mentoria e reconhecimento aumentam engajamento e reduzem turnover.

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Mauro Wainstock fala sobre a cultura organizacional, que vai além de frases inspiradoras e precisa ser vivida diariamente pelos colaboradores. Ele destaca que, em um ambiente de trabalho com cinco gerações, é essencial criar uma cultura que promova pertencimento e valorize as qualidades individuais. Empresas com culturas bem definidas têm 32% menos rotatividade de funcionários, o que reduz custos e aumenta a inovação e produtividade. Programas de mentoria são importantes, pois aumentam a diversidade em cargos de liderança e melhoram a retenção de talentos. Além disso, oferecer flexibilidade no trabalho e oportunidades de aprendizado é valorizado por 81% dos profissionais. A comunicação eficaz é crucial para o engajamento dos funcionários, e o reconhecimento vai além do salário, impactando a fidelização e a performance. Wainstock conclui que implementar uma cultura intergeracional deve ser uma prioridade estratégica para a sustentabilidade das empresas.

A cultura organizacional é um conceito vital para a longevidade das empresas, conforme destaca Mauro Wainstock. Ele enfatiza que a verdadeira implementação de missão, visão e valores deve ir além de frases inspiradoras, sendo essencial para o cotidiano dos colaboradores. Em um ambiente de trabalho com cinco gerações, a cultura intergeracional se torna uma exigência estratégica.

Wainstock apresenta dados que mostram que empresas com culturas bem definidas têm 32% menos rotatividade de funcionários. Isso resulta em menores custos com recrutamento e treinamento, além de aumentar a inovação e a produtividade. A pesquisa “Culture Vulture” da Glassdoor confirma que uma cultura forte também fortalece a marca empregadora.

Programas de mentoria são uma ferramenta eficaz, com 70% das empresas da Fortune 500 adotando essa prática. A Universidade de Cornell aponta que esses programas aumentam em 24% a diversidade em cargos de liderança e elevam as taxas de promoção em até 38%. Um estudo da Sun Microsystems revelou que mentorados são promovidos cinco vezes mais que não mentorados.

A flexibilidade no trabalho é valorizada por 81% dos profissionais, segundo a pesquisa “Salaries and Hiring Trends” da Robert Half. Oferecer modelos híbridos e cursos que atendam às necessidades individuais dos colaboradores é fundamental. A comunicação eficaz também é crucial, já que apenas 20% dos funcionários se sentem engajados quando a comunicação é ineficaz, conforme o “State of the Global Workplace Report” da Gallup.

Reconhecimento é um fator importante para a fidelização dos colaboradores. A pesquisa “The Employee Recognition Report” da Bersin by Deloitte mostra que empresas com programas de reconhecimento eficazes têm uma taxa de turnover 31% menor. A valorização do desenvolvimento profissional é mais apreciada do que benefícios tradicionais, com 70% dos colaboradores priorizando essa questão.

Implementar uma cultura organizacional que abrace a intergeracionalidade deve ser parte do DNA da empresa. Wainstock conclui que culturas fortes são 1,5 vezes mais propensas a ter crescimento de receita acima da média do setor, segundo o “The Culture Factor Group”. Transformar valores institucionais em ações práticas é essencial para garantir a relevância das empresas no futuro.

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