A Serasa Experian lançou um índice que mede o risco de fechamento de empresas em até 12 meses. O estudo mostra que 17% das empresas com bom score de crédito podem estar em risco alto de falência. As empresas são classificadas em três categorias: baixo, médio e alto risco de encerramento. A Serasa usou esses dados junto com o score de crédito para ajudar instituições financeiras a entenderem melhor a possibilidade de inadimplência ao oferecer empréstimos. Mesmo empresas com bom score podem ter chances elevadas de fechar. Essa situação pode gerar uma inadimplência de mais de R$ 195 milhões. O diretor de Serviços de Crédito da Serasa, Giresse Contini, destacou que mais de 2 milhões de CNPJs encerram atividades anualmente e que é importante avaliar não só a capacidade de pagamento, mas também a continuidade das operações. O estudo foi feito com 2 milhões de CNPJs ativos e considera dados do Cadastro Positivo, mostrando a importância de informações precisas na concessão de crédito.
A Serasa Experian lançou um novo índice de longevidade de empresas, que avalia o risco de fechamento em até 12 meses. O estudo revela que 17% das empresas com bom score de crédito podem enfrentar um alto risco de falência.
O índice classifica as empresas em três categorias: baixo, médio e alto risco de encerramento. A Serasa cruzou esses dados com seu tradicional score de crédito, permitindo que instituições financeiras entendam melhor o potencial de inadimplência ao conceder empréstimos. Para empresas com bom score e risco baixo, a concessão de crédito a longo prazo é considerada segura. No entanto, mesmo aquelas com bom score podem ter um risco elevado de encerrar atividades.
De acordo com a Serasa, essa situação pode resultar em uma inadimplência potencial superior a R$ 195 milhões. Giresse Contini, diretor de Serviços de Crédito da Serasa, destaca que mais de 2 milhões de CNPJs encerram suas atividades anualmente. Ele enfatiza que, além de avaliar a capacidade de pagamento, é crucial entender a viabilidade de continuidade das operações das empresas.
O estudo foi realizado com uma base de 2 milhões de CNPJs ativos, extrapolando os dados para o total de empresas em operação no Brasil. A análise considera a média das informações do Cadastro Positivo, reforçando a importância de dados precisos na concessão de crédito e na seleção de fornecedores.
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