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EcoRodovias melhora cobrança no free flow com novo modelo de risco compartilhado

EcoRodovias planeja modernizar todas as praças da concessão EcoNoroeste até 2025, visando reduzir ainda mais a inadimplência.

Com mais de duas décadas no grupo, Rui Klein lidera a expansão do sistema em diferentes estados e destaca que o free flow é uma tendência irreversível (Foto: EcoRodovias/Divulgação)
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A EcoRodovias está expandindo o uso do pedágio eletrônico free flow, que já mostrou bons resultados na concessão EcoNoroeste, onde a inadimplência caiu de 7% para menos de 5% desde o segundo semestre de 2023. O diretor-geral da empresa, Rui Klein, afirmou que essa redução mostra que o sistema está funcionando bem e que um modelo de compartilhamento de risco ajudou na transição para essa nova tecnologia. A empresa já testou a leitura de placas em outros projetos e planeja converter mais praças de pedágio em pórticos eletrônicos até 2025, com duas praças já modernizadas e mais duas previstas. Além disso, a EcoRodovias quer implementar o free flow nas rodovias Raposo Tavares e Castello Branco a partir de 2027. A evolução da tecnologia e novas formas de pagamento, como PIX e débito automático, têm ajudado a diminuir a inadimplência, já que as multas são mais altas que as tarifas. A EcoRodovias opera em mais de oito estados e acredita que o sucesso do free flow no Brasil pode ser um exemplo para outros países. Klein mencionou que, apesar dos desafios, os resultados iniciais são melhores do que em outros lugares, onde a inadimplência chegou a 20% no início da implementação de sistemas semelhantes. A empresa continua a melhorar o sistema e espera que a inadimplência diminua ainda mais com o tempo.

A EcoRodovias anunciou a expansão do modelo de pedágio eletrônico free flow, que já demonstrou resultados positivos na concessão EcoNoroeste. Desde o segundo semestre de 2023, a empresa conseguiu reduzir a inadimplência de 7% para menos de 5%, um avanço significativo que reflete a eficácia da tecnologia.

O diretor-geral de concessões da EcoRodovias, Rui Klein, destacou que a queda na inadimplência é um indicativo de que o sistema está funcionando bem. Ele afirmou que o modelo de compartilhamento de risco foi crucial para a implementação do free flow, permitindo que a operação se adaptasse durante essa transição tecnológica. A inadimplência é tratada de forma regulatória, com multas aplicadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo (DER-SP), que superam o valor do pedágio.

Expansão do Free Flow

A EcoRodovias já testou a tecnologia de leitura de placas em projetos anteriores, como na Ecopistas, e planeja converter mais praças de pedágio em pórticos eletrônicos até 2025. Atualmente, duas praças na EcoNoroeste já foram convertidas, e outras duas estão previstas para a transformação. O objetivo é que todas as dez praças da concessão sejam modernizadas nos próximos anos.

Além disso, a empresa pretende implementar o free flow nas rodovias Raposo Tavares e Castello Branco a partir de 2027. A evolução da tecnologia de leitura de placas e novas opções de pagamento, como PIX e débito automático, têm contribuído para a redução da inadimplência. Klein observou que a percepção dos usuários sobre as multas, que são mais altas que as tarifas, tem desencorajado tentativas de burlar o sistema.

Resultados e Futuro

A EcoRodovias opera concessões em mais de oito estados e acredita que o sucesso do free flow no Brasil pode servir de exemplo internacional. Klein mencionou que, apesar dos desafios, os resultados iniciais superam benchmarks internacionais, onde a inadimplência chegou a 20% no início da implementação de sistemas semelhantes.

A empresa continua a trabalhar na melhoria do sistema, com a expectativa de que a inadimplência caia ainda mais à medida que a tecnologia amadurece. O EXAME INFRA, um videocast que discute os desafios do setor de infraestrutura no Brasil, destaca a importância dessas inovações para a fluidez do trânsito e a redução de emissões de poluentes.

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