- Ken Griffin, investidor bilionário e fundador da Citadel, registrou retornos positivos em seus fundos de hedge em 2025.
- O fundo Wellington, o maior da empresa, cresceu 2,5% no primeiro semestre.
- O fundo de trading tático teve um aumento de 6,1% no mesmo período.
- O fundo de ações fundamentais apresentou retorno de 3,1% até o final de junho, enquanto a estratégia de renda fixa global avançou 5%.
- A Citadel administra R$ 66 bilhões em ativos e não comentou sobre os resultados.
Ken Griffin, investidor bilionário e fundador da Citadel, viu seus fundos de hedge apresentarem retornos positivos em 2025, mesmo em um cenário econômico volátil. O fundo Wellington, o maior da empresa, teve um crescimento de 2,5% no primeiro semestre, enquanto o fundo de trading tático subiu 6,1% no mesmo período.
Além do Wellington, o fundo de ações fundamentais registrou um retorno de 3,1% até o final de junho, e a estratégia de renda fixa global avançou 5%. A Citadel, que administra $66 bilhões em ativos, não comentou sobre os resultados. O desempenho dos fundos ocorre em meio a um mercado de ações resiliente, que se recuperou de uma queda de quase 20% em abril, atingindo novos recordes no S&P 500.
Griffin, que já criticou as políticas comerciais de Donald Trump, descreveu as tarifas como um “imposto regressivo” que afeta principalmente a classe trabalhadora. Ele também alertou que a guerra comercial pode prejudicar a imagem dos EUA e seu mercado de títulos. O fundo Wellington da Citadel teve um desempenho notável em 2024, com um crescimento de 15,1%.
Desde sua fundação em 1990, a Citadel alcançou um retorno líquido anualizado de 19,2% até maio. O sucesso contínuo dos fundos de Griffin destaca sua habilidade em navegar por desafios econômicos e políticos, mantendo a confiança dos investidores em suas estratégias.
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