- A Boeing entregou 60 aeronaves em junho de 2024, o maior número desde dezembro de 2023.
- Dentre as entregas, 42 eram do modelo 737 Max, que voltou a ser entregue após problemas de fabricação e segurança.
- A empresa planeja aumentar a produção do 737 Max, aguardando aprovação da Administração Federal de Aviação (FAA).
- No segundo trimestre de 2024, a Boeing entregou 150 aeronaves, o melhor desempenho para esse período desde 2018.
- A Boeing registrou 116 novos pedidos em junho, totalizando 5.953 aeronaves em sua carteira de pedidos.
Boeing entregou 60 aeronaves em junho de 2024, o maior número desde dezembro do ano passado. Dentre elas, 42 eram do modelo 737 Max, que estão sendo entregues após uma série de problemas de fabricação e segurança. A empresa busca aumentar a produção desse modelo, aguardando a aprovação da Administração Federal de Aviação (FAA).
O aumento nas entregas ocorre após um incidente em janeiro de 2024, quando um plugue de porta de um 737 Max 9 se soltou durante um voo, levando a uma nova crise e atrasos na produção. No segundo trimestre de 2024, a Boeing entregou 150 aeronaves, o melhor desempenho para esse período desde 2018, antes dos acidentes que resultaram na paralisação do modelo Max.
O CEO da Boeing, Kelly Ortberg, que assumiu o cargo em agosto de 2023, afirmou que a empresa está avançando na melhoria das taxas de produção e qualidade. Atualmente, a Boeing produz cerca de 38 aeronaves Max por mês e precisa da autorização da FAA para aumentar esse número. Ortberg expressou confiança em que a produção pode ser elevada para 42 unidades mensais.
Além disso, a Boeing registrou 116 novos pedidos em junho, resultando em um total de 5.953 aeronaves em sua carteira de pedidos até o final do mês. A empresa deve divulgar seus resultados financeiros do segundo trimestre em 29 de julho, quando investidores estarão atentos aos planos de aumento de produção e entregas de aeronaves.
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