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PRIO projeta valor de US$ 2,3 bilhões com o projeto Wahoo, diz Goldman Sachs

Goldman Sachs projeta TIR de 26% e VPL de US$ 2,3 bilhões para o projeto Wahoo, que aguarda licença do Ibama para operar.

Foto: PetroRio/Divulgação
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  • O projeto Wahoo da PRIO (PRIO3) recebeu uma nova avaliação do Goldman Sachs, que estima uma taxa interna de retorno (TIR) de 26% e um valor presente líquido (VPL) de US$ 2,3 bilhões.
  • A análise considera os investimentos já realizados e a expectativa de preços do petróleo, projetados em US$ 65 por barril a partir de 2026.
  • A produção do Wahoo pode alcançar 40 mil barris por dia, contribuindo com 10% do fluxo de caixa livre anualizado da companhia.
  • A licença ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é o último obstáculo para a operação do projeto e pode valorizar as ações da PRIO.
  • O Goldman Sachs mantém uma recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 53,20 para as ações da PRIO.

O projeto Wahoo da PRIO (PRIO3) ganhou nova perspectiva após a reavaliação do Goldman Sachs, que estima uma taxa interna de retorno (TIR) de 26% e um valor presente líquido (VPL) de US$ 2,3 bilhões. A análise considera o investimento já realizado e a expectativa de preços do petróleo, projetados em US$ 65 por barril a partir de 2026.

Os analistas destacam que a maior parte dos investimentos já foi feita, o que posiciona o Wahoo como um potencial gerador de caixa significativo. Com a produção estabilizada em 40 mil barris por dia, o projeto pode contribuir com 10% do fluxo de caixa livre anualizado da companhia. O Goldman Sachs ressalta que o VPL estimado representa cerca de 37% do valor de mercado atual da PRIO.

Licença Ambiental

Entretanto, a entrada em operação do Wahoo ainda depende da licença ambiental do Ibama, considerada o último obstáculo regulatório. A liberação da licença é vista como um catalisador para a valorização das ações da PRIO. O banco sugere que, se 10% do valor do projeto for incorporado nas expectativas do mercado, isso poderia resultar em um aumento de R$ 1,60 por ação.

Os analistas do Goldman Sachs mantêm uma visão cautelosa sobre os preços do petróleo, mas acreditam que a liberação da licença e o início da produção são as principais oportunidades de valorização. A recomendação do banco permanece neutra, com um preço-alvo de R$ 53,20 para as ações da PRIO.

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