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Pacheco defende suas posições e critica bolsonaristas em nova declaração

Rodrigo Pacheco reafirma oposição à anistia a golpistas e critica ataques de parlamentares bolsonaristas em defesa da democracia.

Foto: Reprodução
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  • O ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, reafirmou sua oposição à anistia para os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
  • A declaração foi feita em um evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, no dia 24 de agosto.
  • Pacheco criticou a proposta de “anistia ampla, geral e irrestrita” e defendeu a resistência a essa ideia por parte de todos os homens públicos.
  • Após suas declarações, ele recebeu críticas de parlamentares bolsonaristas, que o acusaram de “bajular” Lula e de ter um discurso “aloprado”.
  • Pacheco afirmou que já enfrenta ataques da extrema-direita há tempo e reiterou que sua posição é uma defesa da democracia e do Estado de Direito.

O ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), reafirmou sua oposição à proposta de anistia a envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A declaração ocorreu durante um evento ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Vale do Jequitinhonha (MG), no dia 24 de agosto. Pacheco criticou a ideia de uma “anistia ampla, geral e irrestrita”, defendendo que essa proposta deve ser resistida por todos os homens públicos responsáveis.

Após sua fala, Pacheco enfrentou uma onda de críticas de parlamentares bolsonaristas. Em resposta, ele declarou que já lida com ataques da extrema-direita desde antes de sua presidência no Senado. “Nunca abaixei a cabeça para esse grupo, que só faz gritar e agredir”, afirmou em nota enviada à CNN. O senador destacou que sua posição é uma defesa da democracia e do Estado de Direito, que deveria ser um compromisso de todos os setores políticos.

Reações do Bolsonarismo

A deputada Bia Kicis (PL-DF) e o deputado Giovani Cherini (PL-RS) foram alguns dos críticos que atacaram Pacheco. Kicis chamou seu discurso de “aloprado”, enquanto Cherini acusou o senador de “bajular Lula”, ironizando que suas falas pareciam mais um ensaio para a campanha de 2026 do que uma discussão séria sobre política.

Pacheco, que é visto como uma figura moderada, tem ganhado apoio de setores do PT e de uma frente ampla que inclui políticos de diversas orientações. Sua postura reflete a crescente polarização política no Brasil, especialmente em um momento em que a discussão sobre a anistia e a defesa da democracia se intensifica.

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