- Emerson Piovesan é o novo diretor financeiro do Corinthians, cargo que assumiu em junho.
- O clube enfrenta uma dívida superior a R$ 2 bilhões, o que impede novas contratações.
- Compromissos financeiros urgentes incluem R$ 33 milhões com o Santos Laguna e R$ 11 milhões com Memphis Depay, que devem ser pagos até quarta-feira, 20.
- Piovesan está em negociações com credores para reorganizar as dívidas e busca parcelar quase R$ 466 milhões registrados na Dívida Ativa da União.
- A situação pode se agravar com possíveis cobranças relacionadas a casos jurídicos em andamento.
Emerson Piovesan, novo diretor financeiro do Corinthians, enfrenta um cenário desafiador desde sua nomeação em junho. Com uma dívida superior a R$ 2 bilhões, o clube se vê impedido de realizar novas contratações devido a um “transfer ban” da FIFA, resultante de pendências financeiras.
Entre os compromissos urgentes, destacam-se R$ 33 milhões devidos ao Santos Laguna, referente à contratação do zagueiro Félix Torres, e R$ 11 milhões em premiações a Memphis Depay, que precisam ser quitados até a próxima quarta-feira, 20. Piovesan reconhece a gravidade da situação, afirmando que está lidando com o “maior desafio de sua vida”.
Compromissos Financeiros
O dirigente, que já havia comandado as finanças do clube entre 2015 e 2017, está em negociações com credores para encontrar soluções viáveis. “Estamos discutindo com nossos credores a melhor forma de encaixar esses compromissos dentro das receitas atuais”, afirmou Piovesan. Ele também mencionou que as conversas com o estafe de Depay estão em andamento, mas ainda sem resultados concretos.
Além das dívidas com o Santos e Depay, o Corinthians enfrenta uma situação crítica com quase R$ 466 milhões registrados na Dívida Ativa da União. Piovesan revelou que o clube está buscando um parcelamento desses valores, que aumentaram devido a uma revisão tributária.
Riscos Jurídicos
A situação financeira do Corinthians pode se agravar com possíveis reveses jurídicos, como os casos envolvendo Matías Rojas e a compra de Rodrigo Garro, que podem resultar em novas cobranças. O clube trabalha para aumentar suas receitas com parceiros atuais e planeja um futuro mais estruturado para novos acordos.
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