- O Google eliminou 35% de seus gerentes que supervisionam pequenas equipes para reduzir a burocracia e aumentar a eficiência.
- A informação foi divulgada por Brian Welle, vice-presidente de análise e desempenho de pessoas, em reunião com funcionários.
- A empresa já havia reduzido sua força de trabalho em 6% em 2023 e implementado cortes em várias divisões.
- O Programa de Saída Voluntária (VEP) foi lançado, com adesão de 3% a 5% dos funcionários de dez áreas de produtos.
- A diretora de pessoal, Fiona Cicconi, informou que muitos colaboradores que aceitaram o VEP buscam uma pausa na carreira ou cuidar de familiares.
O Google anunciou a eliminação de 35% de seus gerentes que supervisionam pequenas equipes, como parte de uma estratégia para reduzir a burocracia e aumentar a eficiência. A informação foi compartilhada por Brian Welle, vice-presidente de análise e desempenho de pessoas, em uma reunião com funcionários. A empresa já havia reduzido sua força de trabalho em 6% em 2023 e implementado cortes em várias divisões.
A nova estrutura apresenta menos gerentes e subordinados diretos em comparação ao ano anterior. Muitos dos gerentes que foram dispensados permaneceram na empresa como colaboradores individuais. Welle destacou que a intenção é que a liderança represente uma porcentagem menor da força de trabalho ao longo do tempo.
Programa de Saída Voluntária
Além das demissões, o Google lançou o “Programa de Saída Voluntária” (VEP), que abrange dez áreas de produtos, incluindo pesquisa e marketing. Entre 3% e 5% dos funcionários dessas equipes optaram pelo desligamento voluntário, conforme informou Fiona Cicconi, diretora de pessoal. O CEO Sundar Pichai enfatizou que a empresa busca um crescimento eficiente, evitando depender apenas do aumento do número de funcionários.
Cicconi também mencionou que muitos colaboradores que aceitaram o VEP estão buscando uma pausa na carreira ou desejam cuidar de familiares. O programa foi considerado um sucesso, com a aceitação superando as expectativas.
Benefícios e Comparações
Durante a reunião, os funcionários questionaram sobre a possibilidade de um programa de licença sabática, semelhante ao que a Meta oferece. Alexandra Maddison, diretora de benefícios, afirmou que o Google não implementará uma licença sabática remunerada, mantendo seu modelo atual de férias. Ela ressaltou que as políticas de benefícios da empresa são competitivas no setor.
Pichai, em tom de brincadeira, questionou se deveriam adotar todas as políticas da Meta, destacando que a empresa já oferece um ambiente de trabalho que permite descanso e recarga de energias. A situação atual reflete um momento de transformação na gigante da tecnologia, que busca se adaptar às novas demandas do mercado.
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