- O Museu do Louvre, em Paris, terá uma sala exclusiva de 2 mil m² para a Mona Lisa a partir de 2031.
- O projeto, anunciado pelo presidente da República, Emmanuel Macron, contará com um investimento de 270 milhões de euros.
- O Louvre, que recebeu 8,6 milhões de visitantes em 2024, planeja aumentar a capacidade para 12 milhões anuais.
- As reformas incluem a criação da “galeria dos Cinco Continentes” e melhorias nas salas de antiguidades egípcias e pinturas francesas.
- O acesso à nova sala exigirá um ingresso especial, e o preço para visitantes fora da União Europeia aumentará de 22 para 30 euros em janeiro de 2026.
O Museu do Louvre, em Paris, passará por uma transformação significativa a partir de 2031, quando a famosa Mona Lisa ganhará uma sala exclusiva de 2 mil m². O projeto, anunciado pelo presidente francês Emmanuel Macron, contará com um investimento de 270 milhões de euros e visa melhorar a experiência dos visitantes, que já somaram 8,6 milhões em 2024.
O concurso internacional de arquitetura para o novo espaço foi lançado em 27 de junho e selecionará cinco finalistas em 7 de outubro. As reformas são parte do plano denominado Renascimento do Louvre, que prevê um orçamento total de 900 milhões de euros ao longo de dez anos. O Louvre busca não apenas acomodar a Mona Lisa, mas também responder à crescente demanda de visitantes, que deve chegar a nove milhões por ano.
Além da nova sala, o museu planeja uma reestruturação completa, incluindo a criação da “galeria dos Cinco Continentes”, onde obras ocidentais dialogarão com coleções extraocidentais. As salas de antiguidades egípcias e de pinturas francesas também passarão por reformas. A presidente do Louvre, Laurence des Cars, destacou a necessidade de modernizar o espaço, que enfrenta problemas como infiltrações e superlotação.
O acesso à nova sala da Mona Lisa exigirá um ingresso especial, e o preço para visitantes de fora da União Europeia aumentará de 22 para 30 euros a partir de janeiro de 2026. O Louvre espera, assim, aumentar sua capacidade para 12 milhões de visitantes anuais, superando o recorde de 10,2 milhões de 2018. As obras ocorrerão sem fechar o museu, permitindo que a instituição continue a receber visitantes durante as reformas.
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