- Mark S. Zuckerberg, advogado de falências em Indianápolis, processou a Meta, controladora do Facebook, por negligência e quebra de contrato.
- A empresa desativou suas contas repetidamente, confundindo-o com o bilionário Mark E. Zuckerberg.
- As suspensões, que ocorreram pelo menos cinco vezes na conta pessoal e mais de quatro na conta comercial, prejudicaram seus negócios.
- O advogado busca compensação por honorários, custos com tecnologia da informação e R$ 11 mil gastos em anúncios na plataforma.
- Um porta-voz da Meta reconheceu o erro e afirmou que a empresa está trabalhando para evitar novas confusões.
Mark S. Zuckerberg, advogado de falências em Indianápolis, processou a Meta, controladora do Facebook, por negligência e quebra de contrato. O motivo? A plataforma desativou repetidamente suas contas, confundindo-o com o bilionário Mark E. Zuckerberg.
Zuckerberg, que atua na área há 38 anos, alega que as suspensões, que ocorreram pelo menos cinco vezes em sua conta pessoal e mais de quatro em sua conta comercial, prejudicaram seus negócios. Ele afirma que as desativações foram injustas, resultando em perdas financeiras significativas e na perda de clientes potenciais.
A primeira suspensão ocorreu em 2011, e o advogado estima que, ao todo, ficou sem acesso por mais de 10 meses. Recentemente, sua conta foi reativada após um período de quatro meses de apelações sem sucesso. Um porta-voz da Meta reconheceu o erro e afirmou que a empresa está trabalhando para evitar que isso ocorra novamente.
Zuckerberg busca compensação por honorários advocatícios e custos com sua equipe de tecnologia da informação, além de US$ 11 mil gastos em anúncios na plataforma. Ele destaca a importância do Facebook para atrair clientes, já que muitos não conhecem advogados ou como encontrá-los.
Apesar da atenção da mídia gerada pelo processo, Zuckerberg prefere discutir questões relacionadas a falências. Ele expressou seu desejo de que a Meta resolva definitivamente o problema, afirmando que não quer mais lutar para manter suas contas ativas.
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