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Consumo em supermercados sobe 2,79% em setembro, aponta Abras

Varejo supermercadista cresce 2,79% em setembro ante o mesmo mês; queda de 0,94% frente a agosto; cesta aponta 55,2% de preço médio e 42,4% de preço baixo; Abras prevê manutenção até dezembro

O relatório de setembro mostrou mudanças nas escolhas do consumidor, já que na cesta de produtos básicos os itens de preço médio ganharam mais participação
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  • O consumo no varejo supermercadista brasileiro teve alta de 2,79% em setembro na comparação com o mesmo mês de 2024, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação a agosto houve queda sazonal de 0,94%, e, no acumulado do ano, a alta é de 2,67%; a Abras projeta crescimento de 2,7% até 2025.
  • Houveram mudanças na composição da cesta: itens de preço médio passaram de 46,3% para 55,2%, enquanto itens de preço baixo caíram de 51,6% para 42,4%.
  • Mercearia registrou aumento da participação de itens de preço alto de 14,4% para 17,4%; perecíveis industrializados subiram de 22,5% para 24,3%; higiene e beleza passaram de 23,1% para 25,4%.
  • A Abras segue expectativa de manutenção do crescimento até dezembro, puxada pela renda disponível, promoções e pagamento do 13º salário, conforme declaração de Marcio Milan.
  • Milan sinalizou que o consumo deve permanecer em ritmo de crescimento, apoiado pela estabilidade dos preços e pela melhora gradual do mercado de trabalho.

O consumo no varejo supermercadista brasileiro registrou alta de 2,79% em setembro na comparação anual, conforme dados divulgados pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação a agosto, houve uma queda sazonal de 0,94%, refletindo a variação típica do período. No acumulado do ano, a alta se mantém em 2,67%, e a Abras prevê um crescimento de 2,7% até 2025.

Mudanças significativas foram observadas na composição da cesta de produtos. Os itens de preço médio aumentaram sua participação de 46,3% para 55,2%, enquanto os de preço baixo caíram de 51,6% para 42,4%. Além disso, categorias como mercearia e perecíveis industrializados também mostraram aumento em produtos de preço alto, com crescimento de 14,4% para 17,4% e de 22,5% para 24,3%, respectivamente. No segmento de higiene e beleza, a participação de itens de preço médio subiu de 23,1% para 25,4%.

Expectativas Futuras

O vice-presidente da Abras, Marcio Milan, destacou que a expectativa é de manutenção do crescimento até dezembro, impulsionada pela renda disponível, promoções e o pagamento do 13º salário. Milan comentou que o consumo deve continuar em ritmo de crescimento, apoiado pela estabilidade dos preços e pela melhora gradual do mercado de trabalho. A combinação desses fatores cria um ambiente favorável para o setor supermercadista nos próximos meses.

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