- A Apple desenvolve notebook de baixo custo, codinome J700, para competir com Chromebooks e laptops Windows, com lançamento esperado no primeiro semestre de 2026, por menos de US$ 1.000.
- O dispositivo terá processador do iPhone e tela LCD de baixo custo, menor tela já usada em um Mac, e mira estudantes e usuários casuais.
- A mudança estratégica acompanha a pressão de Chromebooks e a insatisfação com o Windows onze, levando a Apple a reconsiderar sua atuação em segmentos de menor custo.
- A empresa detém cerca de nove por cento do mercado global de PCs, ocupando a quarta posição, atrás de Lenovo, HP e Dell.
- Além do J700, a Apple planeja lançar MacBook Air com chip M cinco e atualizar a linha Pro, incluindo modelo com tela OLED sensível ao toque até o fim de dois mil e vinte e seis.
A Apple está desenvolvendo um notebook de baixo custo, codinome J700, com o objetivo de competir diretamente com Chromebooks e laptops Windows. O novo dispositivo, que será lançado no primeiro semestre de 2026, terá um preço inferior a US$ 1.000 e será voltado para estudantes e usuários casuais.
O projeto visa atender a consumidores que utilizam o equipamento principalmente para navegação na internet e tarefas leves, como edição de documentos e multimídia. Para isso, a Apple optou por componentes menos avançados, incluindo um processador do iPhone e uma tela LCD de baixo custo, a menor já utilizada em um Mac. Isso marca uma mudança significativa na estratégia da empresa, que tradicionalmente se concentra em produtos premium.
Mudança Estratégica
Historicamente, a Apple não buscou participação de mercado em segmentos de baixo custo, mas a crescente concorrência dos Chromebooks e a insatisfação de alguns usuários com o Windows 11 forçaram a empresa a reconsiderar sua abordagem. A Apple detém cerca de 9% do mercado global de PCs, posicionando-se em quarto lugar, atrás de Lenovo, HP e Dell.
Além do novo modelo, a Apple planeja lançar um MacBook Air com chip M5 e atualizações para a linha Pro, incluindo um modelo com tela sensível ao toque OLED até o final de 2026. Essas movimentações indicam um esforço da empresa para revitalizar suas vendas e se adaptar a um mercado em constante evolução.
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