- O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 15% ao ano na reunião de 5 de novembro, a terceira vez consecutiva com a taxa inalterada, refletindo uma das maiores taxas reais do mundo.
- O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou, em evento em Minas Gerais, que espera redução da Selic na próxima reunião, marcada para os dias 9 e 10 de dezembro.
- Alckmin destacou indicadores favoráveis: safra agrícola recorde, 17% acima do padrão anterior, queda do dólar e inflação em recuo, destacando que a alta taxa de juros atua negativamente na atividade econômica, especialmente em bens duráveis.
- Ele ressaltou que, segundo a visão dele, há grandes investimentos no Brasil e que a inflação tende a retroceder, o que pode influenciar a decisão do Copom nas próximas reuniões.
- A Selic segue no maior nível desde julho de 2006, mantendo-se como tema central das discussões econômicas do país e indicando possível ajuste da política monetária conforme novos indicadores.
O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 15% ao ano em sua última reunião, realizada em 5 de novembro. Essa decisão marca a terceira vez consecutiva que a taxa permanece inalterada, refletindo uma das maiores taxas reais de juros do mundo. O vice-presidente Geraldo Alckmin, em evento em Minas Gerais, expressou a expectativa de que a Selic comece a ser reduzida na próxima reunião, agendada para os dias 9 e 10 de dezembro.
Alckmin destacou indicadores econômicos positivos, como uma safra agrícola recorde, que superou em 17% a produção anterior, além da queda do dólar e da inflação em recuo. Ele ressaltou que a alta taxa de juros tem impacto negativo na atividade econômica, especialmente em bens duráveis de maior custo, mas acredita que essa situação é temporária. “Estamos tendo grandes investimentos no Brasil”, afirmou.
Os dados mais recentes indicam que a inflação alta tende a retroceder, o que pode influenciar a decisão do Copom nas próximas reuniões. A Selic, atualmente no maior nível desde julho de 2006, continua a ser um tema central nas discussões econômicas do país, com a expectativa de que a política monetária se ajuste em resposta aos novos indicadores.
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