- A Península, veículo de investimentos da família de Abílio Diniz, vendeu 9,2% do Carrefour para a família Saadé, da França, que passa a deter cerca de 4% do capital e terá Rodolphe Saadé no conselho.
- A transação, anunciada em 12 de novembro de 2025, encerra uma parceria de dez anos entre as partes. O valor da operação é estimado em € 390 milhões.
- Com a aquisição, a família Saadé fica responsável por aproximadamente 4% do capital do Carrefour; Rodolphe Saadé integrará o conselho de administração da rede de supermercados.
- A fortuna da família Saadé, ligada ao grupo de transporte CMA CGM, é avaliada em cerca de US$ 34 bilhões, segundo o Bloomberg Billionaires Index.
- A saída da Península resulta na desocupação de cadeiras no conselho ocupadas por Eduardo Rossi, presidente da Península, e por Flavia Buarque de Almeida; até então, a Península respondia por 9,2% das ações e cerca de 15,7% dos direitos de voto na empresa.
A Península, veículo de investimentos da família de Abílio Diniz, vendeu sua participação de 9,2% no Carrefour para a bilionária família Saadé, da França. A transação, que encerra uma parceria de dez anos, foi anunciada nesta quarta-feira, 12 de novembro de 2025. O valor estimado da operação gira em torno de € 390 milhões.
Com a aquisição, a família Saadé passa a deter cerca de 4% do capital do Carrefour, e Rodolphe Saadé se juntará ao conselho de administração da rede de supermercados. A fortuna da família Saadé, originária do grupo de transporte marítimo CMA CGM, é avaliada em aproximadamente US$ 34 bilhões, conforme o Bloomberg Billionaires Index.
O presidente da Península, Eduardo Rossi, destacou que a decisão de vender a fatia no Carrefour faz parte de uma nova estratégia de alocação de ativos do fundo. A saída da Península resultará na desocupação de cadeiras no conselho ocupadas por Rossi e por Flavia Buarque de Almeida.
A Península, que administrava 9,2% das ações do Carrefour ao fim de 2024, representava cerca de 15,7% dos direitos de voto na companhia. A venda marca uma mudança significativa na estrutura acionária do Carrefour, que agora se vê com novos investidores estratégicos.
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