- O setor público consolidado (exclui Petrobrás e Eletrobras) registrou déficit primário de R$ 37,726 bilhões nos 12 meses encerrados em outubro, equivalente a 0,30% do PIB.
- O déficit cresceu em relação a setembro, quando ficou em 0,27% do PIB, e corresponde ao maior rombo acumulado desde janeiro de 2025 (0,39% do PIB).
- O Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e INSS) teve déficit de R$ 42,335 bilhões no período, ou 0,34% do PIB.
- Estados tiveram superávit de R$ 12,329 bilhões (0,10% do PIB) e municípios, saldo positivo de R$ 31 milhões (0% do PIB).
- Empresas estatais apresentaram déficit de R$ 7,752 bilhões, equivalente a 0,06% do PIB.
O Banco Central informou que o setor público consolidado, excluindo Petrobras e Eletrobras, registrou déficit primário de 37,726 bilhões de reais nos 12 meses encerrados em outubro, equivalente a 0,30% do PIB. O valor representa aumento em relação ao déficit observado em setembro, de 0,27% do PIB. Trata-se do maior déficit acumulado em 12 meses desde janeiro de 2025, quando o rombo ficou em 0,39%.
A decomposição mostra que o Governo Central — composto pelo Tesouro Nacional, BC e INSS — apresentou déficit primário de 42,335 bilhões de reais no mesmo período. Já os estados tiveram superávit de 12,329 bilhões, enquanto municípios ficaram estáveis, com saldo próximo de zero. As empresas estatais registraram déficit de 7,752 bilhões, contribuindo para o resultado agregado.
Desempenho por bloco
- Governo Central: déficit de 42,335 bilhões (0,34% do PIB) nos 12 meses até outubro.
- Estados: superávit de 12,329 bilhões (0,10% do PIB).
- Municípios: equilíbrio próximo de zero (0% do PIB).
- Empresas estatais: déficit de 7,752 bilhões (0,06% do PIB).
Essas informações ajudam a entender a distribuição do déficit entre os segmentos do setor público, conforme dados do Banco Central, com apoio de fontes públicas vinculadas ao governo e ao mercado.
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