Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Como os aluguéis e índices de reajuste foram definidos em 2025

Mercado de aluguel residencial em 2025, com nove mil contratos e média de R$ 3.120,00, migra para IPCA e IVAR como indexadores, com recuo do IGP-M

Como o aluguel e os índices de reajuste foram definidos no mercado em 2025
0:00
Carregando...
0:00
  • O mercado de aluguel residencial em 2025 envolveu ~9.000 contratos, com aluguel médio de R$ 3.120, concentrado em classe média e média alta, com predomínio de faixas intermediárias.
  • 44% dos contratos ficam entre R$ 1.501 e R$ 3.000; 11% até R$ 1.500; 12% acima de R$ 5.000, evidenciando foco em imóveis intermediários.
  • Houve reorganização de indexadores: IPCA aparece em 31,9% dos contratos, IVAR em 11%, e IGP-M caiu para 54,9%. INPC permanece residual, em 2,2%.
  • A mudança reflete busca por previsibilidade e equilíbrio entre variação de preços e capacidade de pagamento, com IPCA e IVAR ganhando espaço.
  • Regiões em foco: SP domina, com IPCA e IVAR somando cerca de 40% das escolhas; MG mantém IGP-M como predominante; PR apresenta distribuição mais equilibrada entre IGP-M, IPCA e IVAR.

O mercado de aluguel residencial em 2025 teve ~9.000 contratos analisados e um aluguel médio de R$ 3.120,00, com foco na classe média e média alta. A maioria das unidades fica na faixa intermediária de preço, reforçando o papel dos imóveis nesse segmento.

Quase metade dos contratos está entre R$ 1.501 e R$ 3.000. Contratos até R$ 1.500 representam 11% da amostra, enquanto o segmento premium (> R$ 5.000) soma 12%. Os dados apontam um mercado mais voltado a faixas intermediárias.

A análise aponta ainda evolução na escolha de indexadores. O IGP-M continua presente, mas caiu para 54,9% dos contratos, refletindo maior volatilidade recente. IPCA aparece em 31,9% e IVAR em 11%, enquanto INPC fica em 2,2%.

Mudança de indexadores

O IPCA ganhou espaço na prática contratual, buscando previsibilidade frente a oscilações do IGP-M. O IVAR, criado pela FGV para refletir melhor o comportamento dos aluguéis residenciais, já representa 11% dos contratos. O conjunto sinaliza uma transição para índices com menor volatilidade.

Regionalmente, São Paulo concentra a maior parte dos contratos, com maior adesão a IPCA e IVAR, soma de cerca de 40% das escolhas na capital. Em MG, o IGP-M permanece dominante, indicando menor propensão a mudanças de indexador. No PR, a distribuição é mais equilibrada entre os três índices.

Essa configuração regional sugere cenários diferentes de negociação entre locadores e locatários. A busca por reajustes mais estáveis aparece como motivação comum, ainda que o peso de cada índice varie conforme o estado.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais