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Lições de governança para PMEs a partir do caso Oi

Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro reverte falência da Oi, reabrindo debate sobre governança; 7,2 milhões de empresas (31%) não pagaram dívidas em 2025, elevando a necessidade de compliance e planejamento jurídico

Cinco lições de governança que PMEs podem tirar com o caso da Oi
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  • O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro reverteu a falência da Oi, reabrindo o debate sobre governança e planejamento jurídico.
  • Dados da FecomercioSP, com base na Serasa Experian, indicam 7,2 milhões de empresas (31% das ativas) não pagaram dívidas em 2025, acima de 2024.
  • O caso da Oi é visto como alerta sobre fragilidades em ambientes regulatórios e operacionais que podem gerar crises.
  • O advogado Lucas Mantovani destaca a necessidade de estruturas decisórias claras, transparência financeira e programas de compliance para reduzir rupturas.
  • Ele ressalta a importância de planejamento jurídico, contratos bem elaborados e planos de contingência para manter operações e reduzir impactos em momentos de instabilidade.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro reconsiderou a falência da Oi, abrindo espaço para novo debate sobre governança corporativa e planejamento jurídico. A reabertura ocorre em meio a pressões regulatórias e volatilidade de mercados.

Dados recentes mostram aumento da inadimplência entre empresas. Entre 2024 e 2025, 7,2 milhões de negócios não quitaram dívidas, equivalentes a 31% das ativas no país, contra 6,9 milhões no ano anterior.

A notícia sobre a Oi é analisada como alerta sobre fragilidades elevadas em estruturas decisórias, financeiras e administrativas. A leitura é de que crises costumam emergir após anos de riscos negligenciados.

Contexto regulatório e financeiro

Especialista destaca que decisões rápidas dependem de estruturas claras. Conselhos atuantes, papéis bem definidos e fluxos documentados ajudam a reagir a momentos críticos sem perder tempo.

Governança, transparência e planejamento jurídico

Para o público de credores e investidores, a transparência de informações é crucial. Relatórios consistentes e estruturas societárias claras fortalecem o monitoramento de riscos e a prevenção de crises.

Planejamento de riscos e continuidade de operações

Mantovani enfatiza a importância de contratos bem elaborados e interpretação precisa, especialmente em setores regulados. O planejamento jurídico estruturado é parte central da rotina de negócios.

Compliance e resposta a incidentes

Programas de compliance ajudam a mapear vulnerabilidades internas e preservar a reputação. A gestão de riscos permite respostas rápidas a incidentes, reduzindo perdas operacionais.

Contingência diante de cenários críticos

Crises no entorno regulatório exigem planos de contingência para manter contratos e operações. Estratégias bem delineadas ajudam a conter impactos financeiros e legais durante instabilidade.

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