- Justiça dos EUA autorizou a Azul a sair da recuperação judicial (Chapter 11) e implementar o plano de reestruturação apoiado por credores.
- O acordo elimina mais de US$ 2,6 bilhões em dívidas e obrigações de leasing de aeronaves e pode captar até US$ 950 milhões em capital novo.
- United Airlines e American Airlines investirão US$ 100 milhões cada na Azul, recebendo 8,5% do capital da empresa ao sair do Chapter 11.
- O plano conta com amplo apoio dos credores, incluindo a AerCap, principal arrendador de aeronaves da Azul.
- A saída do Chapter 11 deve ocorrer no início do próximo ano, sujeita ainda a aprovações regulatórias no Brasil, segundo a companhia.
A Azul recebeu autorização da Justiça dos EUA para sair da recuperação judicial e implementar seu plano de reestruturação, apoiado por credores. O objetivo é reduzir o endividamento e retomar operações estáveis.
Segundo o plano, mais de US$ 2,6 bilhões em dívidas e obrigações de leasing serão eliminados, e poderão entrar até US$ 950 milhões em capital novo. Investidores incluem United Airlines e American Airlines, cada um com US$ 100 milhões.
O juiz Sean Lane indicou, em audiência em Nova York, que aprovaria o plano, abrindo caminho para a Azul deixar o Chapter 11 no início do próximo ano. A decisão depende de aprovação regulatória adicional.
O acordo envolve troca de dívida por participação acionária para detentores de títulos que somam cerca de US$ 1,8 bilhão. O grupo de credores de apoio inclui BlackBarn Capital, Readystate Asset Management, Whitebox Advisors e DSC Meridian Capital.
A acordo de reestruturação conta com apoio de AerCap, o principal arrendador de aeronaves da Azul. As condições permitem que a empresa fortaleça seu balanço e a frota, para enfrentar variações de custos de combustível.
Ainda não há data definida para a conclusão das etapas regulatórias no Brasil. A Azul ressalta que o processo no país é parte fundamental para a saída efetiva do Chapter 11.
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