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Correios foram alertados no ano passado sobre risco de falta de dinheiro

Conselho Fiscal alerta para risco de insuficiência orçamentária; CGU aponta inconsistências em 2023 e recomenda republicar balanço; gestão planeja demissões, venda de imóveis e empréstimo de até R$ 20 bilhões

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  • O Conselho Fiscal dos Correios alertou sobre risco de insuficiência orçamentária desde 2023, com piora de resultados e déficit acumulado até setembro de 2025 em patamar relevante.
  • Em quatorze? não, em quinze de agosto de 2024, o Conselho recomendou ações para mitigar o risco financeiro, visando a continuidade das operações e melhoria de controles.
  • A Controladoria-Geral da União apontou inconsistências no balanço de 2023 e sugeriu republicar o balanço com ajustes, além de medidas de controle interno; há estimativa de déficit não contabilizado corretamente.
  • A gestão atual iniciou um plano de reestruturação, incluindo demissões voluntárias de 15 mil trabalhadores, venda de imóveis e estudo de empréstimo entre R$ 12 bilhões e R$ 20 bilhões para cumprir despesas e fornecedores.
  • A CGU aponta que o rombo de 2023 foi de cerca de R$ 600 milhões em revisão, devendo o resultado ter ficado negativo em até R$ 1,6 bilhão, e recomenda que os Correios publiquem novamente o balanço de 2023 com ajustes de aproximadamente R$ 1,032 bilhão.

Em 15 de agosto de 2024, o Conselho Fiscal dos Correios recomendou ações para mitigar o risco orçamentário, priorizando finanças e operações. A CGU apontou inconsistências no balanço de 2023 e sugeriu republicar o balanço com ajustes, além de medidas de controle interno. A gestão atual iniciou um plano de reestruturação, com demissões voluntárias, venda de imóveis e possível empréstimo para cobrir despesas.

O Conselho Fiscal já alertava, desde 2023, sobre probabilidade de insuficiência de caixa e dependência de projeções de receita. Em 2024, o quadro se agravou, com prejuízo de 633 milhões em 2023 e déficit que avançou até setembro, comprometendo a continuidade das atividades.

A nova gestão dos Correios, que assumiu há cerca de três meses, encaminhou aos órgãos de governança um diagnóstico da situação econômico-financeira. Desde então, foram adotadas medidas para reverter a crise e assegurar a sustentabilidade no médio e longo prazo.

A CGU aponta que houve inconsistências no balanço de 2023, o que teria mascarado um déficit maior. O órgão recomenda a republicação do balanço, incluindo uma estimativa de despesa de aproximadamente 1,032 bilhão relacionada a ações judiciais, e o aprimoramento dos controles internos.

Segundo dados, o prejuízo de 2023 ficou em 633 milhões. Em 2024, o rombo aumentou para 2,6 bilhões. Entre janeiro e setembro de 2025, o déficit acumulado atingiu 6 bilhões, com expectativa de fechamento próximo a 10 bilhões no ano.

Medidas e perspectivas

O governo tem atuado para cortar despesas e reequilibrar as contas. Entre as ações apresentadas, estão demissões voluntárias de até 15 mil funcionários, venda de imóveis e um empréstimo estimado entre 12 e 20 bilhões de reais para pagamento de despesas e fornecedores.

A CGU recomenda que os Correios publiquem novamente o balanço de 2023, com os ajustes de 1,032 bilhão, e fortaleçam controles contábeis. A estatal informa que trabalha no Plano de Reestruturação para recuperar equilíbrio econômico-financeiro e reforçar governança.

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