Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Consumidores equilibram gastos entre itens essenciais e pequenos prazeres

Relatório global aponta que consumidores ajustam gastos entre itens essenciais e pequenos prazeres, buscando preços transparentes e uso crescente de IA

Relatório global aponta que equidade orienta o consumo em 2026, com decisões mais cautelosas, uso crescente de IA e maior exigência por preços claros.
0:00
Carregando...
0:00
  • Em dois mil e vinte e seis, a equidade passou a orientar decisões de consumo, com cautela maior e uso crescente de inteligência artificial, segundo estudo da Capgemini.
  • Setenta e quatro por cento aceitariam trocar de marca por preços considerados injustos; setenta e um por cento rejeitam reduções de tamanho ou qualidade sem aviso claro.
  • Cerca de metade dos consumidores tem comprado quantidades menores e buscado alternativas mais baratas para controlar o orçamento.
  • A inteligência artificial ganhou espaço nas decisões de compra: vinte e cinco por cento usaram soluções de IA generativa em dois mil e vinte e cinco, quarenta e um por cento pretendem adotar; vinte por cento aceitam pagar por assinaturas de assistentes, e setenta e seis por cento querem limites de uso.
  • Dados pessoais são tema relevante: SETENTA e UM por cento demonstram preocupação com o uso de dados por IA; dois terços querem ser informados quando anúncios forem gerados por IA; atendimento humano continua valorizado em compras mais complexas.

Em 2026, a equidade passou a guiar decisões de consumo em mercados ao redor do mundo. O levantamento global da Capgemini aponta que consumidores ajustam gastos entre itens essenciais e pequenos prazeres, diante de pressão financeira e perda de poder de compra.

Ainda assim, sete em cada dez mantêm despesas com bem-estar emocional para lidar com o orçamento mais curto. A tecnologia aparece como aliada, com IA ajudando na decisão de compra, apesar de preocupações com dados pessoais.

Transparência sustenta a equidade

Cerca de 74% dos consumidores injeta a mensagem de que trocariam de marca por preços considerados injustos. Desses, 71% não aceitam redução de tamanho ou qualidade sem aviso claro. Preferem aumentos de preço comunicados de forma direta.

Metade dos consumidores passou a comprar quantidades menores ou buscar opções mais baratas para manter o orçamento sob controle. A transparência de preços segue como pilar central da percepção de equidade.

Confiança e categorias sensíveis

Mais de 70% evitam marcas próprias em eletrônicos e produtos para bebês, independentemente da renda. Ainda assim, a busca por equidade não afasta o papel de fatores emocionais, com sete em cada dez recorrendo a pequenos prazeres.

IA orienta escolhas e limites

A IA evoluiu para apoiar decisões de compra. Em 2025, 25% já usaram soluções de Gen AI; 31% planejam adotar. Mesmo assim, apenas 19% aceitariam assinaturas de assistentes virtuais, com expectativa de integração aos serviços usados.

76% desejam limites claros para o uso da IA, e dois terços confiam mais quando a tecnologia explica suas recomendações.

Dados e comunicação

Cerca de 71% demonstram preocupação com o uso de dados por ferramentas de IA. Dois terços esperam que marcas informem quando conteúdos são gerados por IA, reforçando a necessidade de clareza na comunicação.

Atendimento humano mantém valor

A conveniência digital não substitui o contato humano. Mais de 70% valorizam atendimento presencial em compras complexas, como planejamento de refeições ou resolução de problemas.

Marcas que combinam tecnologia, atendimento humano e comunicação clara tendem a fortalecer a percepção de equidade entre consumidores e empresas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais